Escudo do Flamengo é exposto próximo a um dos gols, no gramado do Maracanã (Foto: Daniel Castelo Branco)
O Flamengo anunciou, nesta terça-feira, acordo com os jogadores para redução de 25% dos salários e postergação de direitos de imagem como consequência da crise causada pela pandemia do novo coronavírus. A medida valerá para os meses de maio e junho de 2020 e, passado esse período, a situação será novamente analisada.
Por meio de nota, o Rubro-Negro informou ainda que os direitos de imagem, que seriam pagos em maio e junho de 2020, serão quitados em dez parcelas a partir de janeiro de 2021.
— As medidas tomadas esta semana (a mais dolorosa delas sendo a redução de aproximadamente 6% de seu quadro de colaboradores), aliadas a este importante acordo com os jogadores, ajudarão o Clube: a quitar todos os direitos trabalhistas dos ex-colaboradores; a preservar ao máximo o emprego e o pagamento em dia de mais de mil colaboradores, entre funcionários e atletas; a manter a prestação dos serviços para os 16 mil sócios da sua sede social e a continuar com a performance esportiva de excelência em todos seus esportes, desejo dos 42 milhões de torcedores que formam a Nação Rubro-Negra – diz a nota.
“A crise econômica resultante da pandemia da COVID-19 é grave e afeta a todos. Infelizmente, medidas duras são necessárias de forma a garantir a continuidade de todas as instituições e empresas. O Clube de Regatas do Flamengo, apesar de seu tamanho e sua situação financeira equilibrada, não está imune a isto.
Dentro desta nova realidade econômica, o Clube e seus jogadores do elenco do futebol profissional comunicam que firmaram um acordo de redução salarial e postergação de direitos de imagem, que valerá para os meses de maio e junho de 2020. Após este período, será feita uma nova avaliação a respeito dos impactos econômicos da pandemia e serão discutidos eventuais ajustes.
Para este primeiro momento, todo o elenco profissional de jogadores autorizou ao Clube uma redução correspondente a 25% de seus salários relativos aos meses de maio e junho de 2020. Além disso, autorizou ainda a postergação dos direitos de imagem que seriam pagos em maio e junho de 2020 para quitação em 10 parcelas, a partir de janeiro de 2021. Este acordo será formalizado entre o clube e os atletas nos próximos dias.
As medidas tomadas esta semana (a mais dolorosa delas sendo a redução de aproximadamente 6% de seu quadro de colaboradores), aliadas a este importante acordo com os jogadores, ajudarão o Clube: a quitar todos os direitos trabalhistas dos ex-colaboradores; a preservar ao máximo o emprego e o pagamento em dia de mais de mil colaboradores, entre funcionários e atletas; a manter a prestação dos serviços para os 16 mil sócios da sua sede social e a continuar com a performance esportiva de excelência em todos seus esportes, desejo dos 42 milhões de torcedores que formam a Nação Rubro-Negra.
Por fim, o Flamengo reafirma sua plena certeza de que, juntos, venceremos mais este desafio”.
Retirado de: Globo Esporte
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Acho que deveria ser metade.O tempo que levará essa maldição ninguém sabe
Depois que passarem esses dois meses se não voltar vai ter que baixar mais.
Mais que certa tomar essas medidas para que no futuro não venha a ter problemas financeiros. Está difícil todos tem que dar a sua colaboração
Excelente, só acho que essa atitude deveria ter sido tomada antes do desligamento dos funcionários
Está certíssimo tem de ser feito dessa forma mesmo, também achei pouca a redução referente aos salários dos caras, uma subtração de 35% por cento dos salários ou até mesmo 40% não Seia espantosa não. Visto que, infelizmente o clube teve de tomar medidas drásticas como foi o caso nesses dias com demissões principalmente de funcionários e jogadores da base. Eu acho que se tivesse reduzido mais o salário dos atletas principais, não precisaria demitir esses trabalhadores numa hora tão difícil dessa. Minha opinião!
Não poderia ser diferente,sempre achei que essa seria a atitude de nossos atletas!
Mengão é outro patamar!
Esperava no mínimo 50%.
Duro, mas necessário!
Se tirasse tirado mais 1% de cada salário (astronômico) dos jogadores, de repente não seria necessário mandar mais de sessenta pais/mães de família embora.
Reduzir 25 % do salario dos jogadores nao e nada para eles de eriam ter reduzido 70 por cento igual a todo brasileiro