Rodolfo Landim durante entrevista coletiva na Gávea (Foto: Agência Foto BR)
Apesar das visões positivas da diretoria do Flamengo a respeito da possível venda da SAF do clube, o tema é uma semente plantada para ser colhida no futuro. Os debates com especialistas se sucedem entre conselheiros e diretoria para que o clube seja inserido na realidade que já atinge diversas equipes do futebol brasileiro, mas não há pressa.
A ideia é que a lei aprovada recentemente ganhe consistência nos próximos anos, e que esse movimento aconteça com calma, estudos, e uma contrapartida além do dinheiro. Inclusive, um dos entraves observados pela diretoria é o custo fiscal elevado em uma eventual entrada do clube no chamado Regime de Tributação Específica do Futebol –TEF.
Pela lei da SAF, nos primeiros 05 anos a tributação equivalerá à aplicação da alíquota de 5% sobre todas a receitas, excetuando-se apenas aquelas decorrentes da cessão dos direitos desportivos dos atletas, as quais passam a ser incluídas na base de cálculo do TEF tão somente a partir do 6º ano, em contrapartida da redução da alíquota para 4%.
De qualquer forma, há correntes no Flamengo que acreditam ser esta a solução para a profissionalização definitiva do departamento de futebol. Outras pensam no recurso para investimento em estádio próprio. O tema é embrionário e promete ganhar corpo até as eleições do ano que vem.
Retirado de: O Globo
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