Vítor Pereira durante coletiva de imprensa do Flamengo (Foto: Reprodução/Twitter/@simpraisa)
No primeiro duelo valendo o título do Campeonato Carioca, o Flamengo levou a melhor sobre o Fluminense, na noite do último sábado (01), no Maracanã, pelo placar de 2 a 0, e pode até perder por um tento de diferença, que mesmo assim fatura o certame no dia 9 (clique aqui e assista os gols).
Na coletiva pós-jogo, o técnico Vítor Pereira foi questionado sobre uma suposta ansiedade sobre a conquista do seu primeiro título no comando do Flamengo, e parece não ter gostado muito do questionamento acerca de um possível “frio na barriga”.
— Friozinho na barriga é quando tenho fome ou quando não estou bem do intestino. Estamos mais consistentes. Naturalmente, temos que continuar a evoluir, mas os jogadores estão alinhados. Estou satisfeito com todo o elenco, porque tem trabalhando muito, bem, com responsabilidade e unidos, disparou o treinador do Flamengo.
Logo em seguida, Vítor Pereira deu uma leve alfinetada em Fernando Diniz, do Fluminense. Ao ser questionado sobre a posse de bola, VP fez questão de citar que muitas das vezes o rival fica com a bola, mas sem oferecer riscos, dando passes para trás e para os lados:
— O jogo com o Fluminense tem sempre este tipo de característica. Faz um jogo com muita bola. Não quer dizer que seja de progressão, muitas vezes é de toque para trás, para o lado. É o que eles acreditam. É claro que o que se pretende é que a equipe tenha mais bola. Não tem a ver com o sistema, mas com os jogadores. Alterando dois ou três, o time terá mais bola. Não tem a ver com o sistema, mas com os intérpretes que jogam o sistema, disse o comandante.
Ainda na coletiva, o treinador do Flamengo foi indagado sobre ter iniciado o clássico com Gabigol no banco. O próprio camisa 10 saiu de campo não escondendo a decepção de ter sido acionado somente na segunda etapa.
— É um jogador fundamental para nós, capitão da equipe. Tudo bem entre nós. Conversa honesta, frontal, e conto com ele já para o próximo jogo, disse o treinador do Flamengo, falando também da iniciativa de rodar o plantel diante da maratona de compromissos.
— A nossa preocupação neste período foi preparar todo o elenco para jogar qualquer jogo. Preparamos 23, 24 jogadores para termos opções e continuar consistentes. Num calendário desses, não há outro modo. Não podemos jogar sempre com os mesmos.
Retirado de: Torcedores
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