Marcos Braz em entrevista coletiva do Flamengo no Ninho do Urubu (Foto: Gilvan de Souza/Flamengo)
As notícias vindas de Minas Gerais na sexta-feira — de que o Atlético-MG havia desistido de negociar o meio-campista Allan com o Flamengo — tinham como pano de fundo a falta de um acordo financeiro. A tendência, porém, é que os clubes aparem arestas e enfim cheguem a um acerto.
Pressionado a quitar dívidas e fazer caixa com a venda de jogadores, o time de BH quer mais dinheiro de bonificação além do que foi oferecido pelo rubro-negro, totalizando a operação em 9 milhões de euros (a maior parte à vista). O montante chegaria a quase R$ 50 milhões.
Com receita na casa do bilhão, o Flamengo é pressionado a abrir o cofre. Como Allan chegaria para ocupar uma posição carente no elenco, a diretoria sabe que não terá como gastar pouco. Por isso, busca costurar um acordo em que as três partes envolvidas cedam.
O rubro-negro vive situação semelhante na negociação pelo uruguaio De La Cruz, meia do River Plate. Há prazo para as conversas evoluírem até a abertura da janela de transferências, no começo de julho, depois do retorno das competições. A equipe volta a campo na quinta-feira, pelo Brasileiro, contra o Bragantino.
Retirado de: O Globo
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