Símbolo do futebol paraense, Mangueirão foi reformado recentemente e reinaugurado – Foto: Alex Ribeiro/Agência Pará
No último domingo, o futebol carioca presenciou um dos seus clássicos mais emblemáticos, Vasco e Flamengo, no palco majestoso do Maracanã. A partida, válida pela sexta rodada da Taça Guanabara, terminou sem alterações no placar, um empate por 0 a 0, que acabou não beneficiando nenhuma das equipes na luta pela classificação. O destaque do jogo ficou por conta de Léo Jardim, goleiro do Vasco, que defendeu um pênalti cobrado por Gabigol nos minutos finais, mantendo assim o equilíbrio do marcador até o apito final.
Ambos os times criaram chances, mas falharam na finalização, com destaque para a performance abaixo do esperado de Pablo Vegetti pelo lado do Vasco, que perdeu uma grande oportunidade de marcar. A partida foi marcada por um embate tático que resultou em poucas emoções claras de gol, refletindo a intensidade e a rivalidade histórica entre as equipes. Flamengo, agora, se prepara para um novo desafio clássico contra o Botafogo, enquanto o Vasco enfrentará o Audax Rio, buscando melhorar sua posição na tabela.
Este clássico carioca foi apenas um dos eventos futebolísticos do dia, contrastando com o cenário no norte do país, onde Remo e Paysandu também empataram por 0 a 0 no Campeonato Paraense, mostrando que o dia foi marcado por clássicos sem vencedores no Brasil. Além do resultado em campo, as declarações pós-jogo também chamaram atenção, especialmente as críticas de Hélio dos Anjos, treinador do Paysandu, sobre o gramado do Mangueirão e a influência do jogo do Flamengo neste aspecto.
“Todo mundo está falando que a bola deu uma quicada. O Flamengo prejudicou o nosso clássico. Estão entendendo por que eu cobro e falo disso? Se o gramado estivesse bonitinho, seria melhor para Remo e Paysandu, que carregam esse público. É impressionante a qualidade desse clássico. Mais uma vez: o jogo do Flamengo prejudicou o clássico porque, pra nós, foi um prejuízo muito grande. Se a bola não quica, o Nicolas poderia definir melhor, mesmo tendo o Marcelo Rangel no gol, um goleiro espetacular.” Estas palavras de Anjos destacam a importância do estado do gramado para a qualidade do jogo e, por extensão, para o espetáculo oferecido aos torcedores.
Além de expressar seu descontentamento com a condição do campo, Hélio dos Anjos também fez questão de salientar sua visão sobre a relação entre o futebol paraense e a presença de grandes clubes como o Flamengo na região, indicando uma preocupação com a valorização do futebol local e a identidade regional em detrimento da popularidade nacional de alguns clubes. Tite, por outro lado, comentou sobre a polêmica, destacando a possibilidade de harmonia entre torcer para equipes locais e nacionais, evidenciando a complexidade das dinâmicas futebolísticas brasileiras.
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