Dorival Júnior, técnico da Seleção Brasileira (Foto: Reprodução)
Na estreia de Dorival Júnior no comando da Seleção Brasileira, um triunfo por 1 a 0 sobre a Inglaterra em solo londrino marcou o início de uma nova era. A vitória, selada por um gol de Endrick, veio em um contexto de renovação e estratégia, evidenciado pela escolha de Fabrício Bruno como titular na defesa. Convocado após o corte por lesão de Marquinhos, jogador do PSG, Fabrício não apenas preencheu a vaga, mas também se destacou pela atuação sólida, especialmente em cortes cruciais que impediram a seleção adversária de marcar gols.
Dorival Júnior, ao explicar a decisão de escalar Fabrício Bruno em detrimento de outros nomes, ressaltou uma filosofia de igualdade e oportunidade dentro do elenco. Segundo o técnico, não existe uma hierarquia imutável na lista de convocados, todos têm chances de disputar a titularidade. Essa abordagem, além de fomentar a competitividade, também visa a gestão do elenco de maneira a não prejudicar os clubes, evitando desfalcar qualquer equipe significativamente.
— Iríamos começar com o Murilo, percebemos alguma coisa, vamos tentar corrigir daqui a pouco ele vai estar em campo. Isso não quer dizer que ele não possa vir a ser titular, não temos uma definição de primeiro, segundo ou terceiro nome”, disse o treinador, antes de deixar claro as escolhas que faz nas convocações para tentar não prejudicar equipes que tenha muitos nomes chamados para as respectivas equipes nacionais, afirmou Dorival antes de finalizar:
— Às vezes nós temos alguns melindres em momentos como esses. Não queremos desfalcar a maioria dos nossos clubes e pensamos muito nisso. Com isso, evitamos de repente tirar três elementos de uma equipe. Pensamos em dar oportunidade a jogadores que eu ainda não conhecia. Ter ficado para uma segunda ou talvez uma terceira lista não tem problema nenhum. Todos são jogadores convocáveis. Isso não quer dizer que tenhamos uma ordem, que sejamos obrigados a cumprir a condição de cada um. Quem for convocado vai chegar em condições, completou o treinador.
Além da importância tática e defensiva, a vitória sobre a Inglaterra teve um peso simbólico importante: marcou o fim de uma sequência de resultados adversos para o Brasil, que vinha de três derrotas consecutivas nas eliminatórias sul-americanas. Da mesma forma, encerrou uma série de 10 jogos de invencibilidade da Inglaterra.
O próximo desafio da Seleção Brasileira será contra a Espanha, em um amistoso agendado para terça-feira (26) no Estádio Santiago Bernabéu, em Madrid, às 17h30 (horário de Brasília). Este confronto representa mais uma oportunidade para Dorival Júnior testar suas estratégias e para a equipe demonstrar sua força e coesão, elementos cruciais para os desafios futuros.
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