Cabine do VAR no Maracanã (Foto: Dhavid Normando/Futura Press)
O Flamengo enfrentou o Atlético-GO no último domingo (14) em sua estreia pelo Brasileirão. A partida contou com uma atuação bastante insegura da arbitragem e decisões que geraram muitas reclamações de ambas as equipes.
No confronto, o árbitro expulsou o técnico Jair Ventura e o zagueiro Alix. Embora o número de cartões vermelhos seja considerado alto, uma outra expulsão deveria ter acontecido, de acordo com PC Oliveira.
O ex-árbitro, atual comentarista e avaliador de lances polêmicos da SporTV, PC afirmou que Alejo também deveria ter sido expulso pela jogada temerária que acertou Ayrton Lucas.
– Foi no rosto (o contato faltoso), pegou aqui no queixo do Ayrton Lucas, com o pé levantado, atingiu com a sola da chuteira. Pode ser que na avaliação, levaram em consideração que a perna do Alejo estava flexionada, pode ter sido isso a interpretação, mas eu discordo completamente, pelo local que atingiu o adversário no rosto.
– A recomendação para impacto no rosto, na cabeça, é uma recomendação de rigor. A bola estava em altura para ser disputada de cabeça. O Alejo teve intenção? Não teve, mas a regra não fala de intenção. A regra fala a questão de que maneira disputou, se colocou em risco a integridade do adversário ou não. Portanto, um lance para mim, claríssimo, de cartão vermelho.
Quanto aos lances da expulsão de Alix e do pênalti sofrido por Bruno Henrique, PC Oliveira concordou com a decisão final da arbitragem. O especialista não abordou detalhadamente o pênalti concedido ao Alético-GO.
– Tem muitos comentários de que foi uma falta leve, que enroscaram ali a perna. É Importante salientar que a avaliação para essa falta não é avaliação pela natureza da falta. O que a gente tem que avaliar aqui não é intensidade de falta e sim a questão tática.
– O que tem que ser analisado na questão tática? São os elementos que o árbitro avalia numa disputa como essa. Os chamados 4Ds: domínio da bola, que é do Pedro, a distância está na intermediária, a direção da jogada e os defensores.
– Se você analisa na hora da falta, se o Pedro passasse aqui pelo Alix, qual seria a possibilidade dele fazer o gol? Muito grande, né? Então, portanto, a decisão pra mim é correta, é, sim, uma situação clara de gol.
– O contato ocorre antes mesmo da bola chegar para a disputa e é claramente no rosto. Pega a parte dura do braço… E aonde atinge, com a intensidade que atinge, para mim, a discussão nesse lance, acho que pode ser uma avaliação em relação à punição disciplinar (cartão vermelho ou amarelo). A questão técnica da falta, ela é clara para mim, muito clara. Com esse braço aberto, não só aqui daquele braço para a impulsão, mas ele completamente aberto. E ao disputar a bola dessa maneira, o jogador está assumindo o risco.
– A orientação já está em vigor há anos. E na orientação, é exatamente para marcação de falta.
– O Maguinho não está ao lado do Bruno Henrique subindo e tocando no adversário, ele se desloca e sobe, isso acaba ampliando a questão da intensidade, então é um contato que é no rosto com a intensidade alta e eu concordo com a decisão, pênalti e cartão vermelho, esse ângulo é perfeito.
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