Escudo do Corinthians (Foto: Reprodução/Instagram)
O Corinthians, um dos clubes mais tradicionais do Brasil, enfrentou um episódio dramático e assustador durante sua participação na Conmebol Libertadores de 1996. A equipe, que havia avançado às oitavas de final, foi ao Equador para enfrentar o Espoli. Entretanto, o que era para ser uma viagem rotineira de competição internacional rapidamente se transformou em um pesadelo.
O problema começou já no embarque em São Paulo. O avião que transportava o time apresentava sinais evidentes de desgaste e falta de manutenção, descritos por Zé Elias, um dos ídolos do Corinthians naquela década. Cheiro de mofo e poltronas soltando pó ao toque eram indicativos de que algo não estava certo. A situação de precariedade da aeronave foi um prelúdio assustador para o que estava por vir.
Ao chegar em Quito, a aterrissagem problemática apenas reforçou as preocupações da equipe. Durante a partida, Zé Elias sofreu um acidente, torcendo o tornozelo e luxando um dedo da mão, o que adicionou mais um obstáculo à já difícil jornada do time no torneio. O retorno ao Brasil estava marcado por uma tensão crescente, exacerbada por uma longa espera no aeroporto devido a problemas na autorização do plano de voo.
O momento mais dramático ocorreu durante a tentativa de decolagem para o retorno. O avião, já danificado e inseguro, falhou ao tentar deixar o solo, arremeteu abruptamente e caiu, resultando em um incêndio devastador. Os jogadores e a tripulação enfrentaram momentos de puro terror, lutando para escapar das chamas que consumiam a aeronave.
O impacto emocional do acidente foi profundo e duradouro, especialmente para Zé Elias, que enfrentou grandes desafios psicológicos em voos subsequentes. Este trauma ressoou em suas atividades profissionais e vida pessoal, mostrando o quanto incidentes dessa natureza podem deixar marcas permanentes.
Apesar de tudo, a equipe mostrou resiliência em campo. Na partida de volta contra o Espoli no Pacaembu, o Corinthians conseguiu uma vitória de 2 a 0, com gols de Marcelinho Carioca e Tupãzinho, assegurando a classificação para as quartas de final. No entanto, a jornada do time na Libertadores daquele ano terminou na próxima fase, eliminado pelo Grêmio.
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