Augusto Melo durante coletiva de imprensa do Corinthians (Foto: Rodrigo Coca/ Corinthians)
O Corinthians tomou medidas legais para resolver a pendência financeira com o Vasco em relação à transferência de Lucas Piton. A decisão de recorrer à Câmara Nacional de Resolução de Disputas (CNRD) da CBF foi tomada depois de o clube paulista enviar uma notificação extrajudicial ao time carioca, que não resultou em uma proposta de quitação da dívida. O montante de 1,5 milhão de euros (cerca de R$ 9 milhões) se refere ao pagamento atrasado de uma das parcelas da transferência.
Lucas Piton foi transferido para o Vasco no início de 2023, com 60% dos seus direitos econômicos adquiridos por 3 milhões de euros. Esse valor foi dividido em seis parcelas de 500 mil euros cada, sendo que a última parcela deveria ser paga em maio de 2024. Além disso, o contrato previa a compra de mais 20% dos direitos econômicos do jogador por 1 milhão de euros, quando ele completasse 50 partidas pelo clube, o que ocorreu no início de 2024.
Leonardo Pantaleão, diretor de Negócios Jurídicos do Corinthians, explicou que a ação foi necessária devido à falta de resposta do Vasco após a notificação. A cobrança corintiana inclui a parcela atrasada de 500 mil euros e o valor estipulado no contrato para a compra adicional dos direitos econômicos de Piton, totalizando 1,5 milhão de euros.
Em meio a essa disputa, o Corinthians se comprometeu a repassar cinco das seis parcelas da venda de Piton para a Elenko Sports, empresa de agenciamento de atletas com a qual o clube paulista possui dívidas. Isso significa que o Corinthians ficará com menos de 20% dos mais de R$ 16 milhões totais da transferência, enquanto a maior parte do valor será destinada a quitar as pendências com a Elenko Sports.
O contrato inicial entre Corinthians e Vasco estabelecia que três parcelas seriam pagas durante o ano de 2023 e outras três em 2024. No entanto, apenas a primeira parcela ficou efetivamente com o Corinthians, sendo as demais destinadas à Elenko Sports. A falta de pagamento do Vasco gerou uma situação complicada para o clube paulista, que busca resolver a questão através da CNRD.
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