Bandeira do Vasco da Gama (Foto: Reprodução/Vasco)
A reforma de São Januário está nas vias de sair do papel. Depois da aprovação na Câmara dos Vereadores da cidade do Rio de Janeiro e a sanção do Prefeito Eduardo Paes, a venda do potencial construtivo do estádio levantou o interesse de três empresas.
São Januário é um aliado histórico do Club de Regatas Vasco da Gama e tem até música que entoa o nome do estádio e o categoriza como Caldeirão. Jogando na Colina Histórica, o Cruz-maltino perdeu apenas uma vez, em 2024.
Foram disputadas 26 partidas na casa vascaína, com 16 vitórias, 9 empates e um acachapante revés para o Criciúma. A derrota por 4 a 0 em abril deste ano, pela 4ª rodada do Campeonato Brasileiro, além de acender o sinal de alerta no Club na luta contra o rebaixamento, foi o propulsor da saída do técnico Ramon Diaz.
Existem duas versões para o acontecimento. A primeira é que o Vasco tenha demitido o treinador, defendida por ele, e a segunda é que ele havia dito aos jogadores no vestiário, após a partida, que estava saindo do clube. Logo depois, o Cruz-maltino publicou nas redes sociais uma nota oficial avisando que o técnico não dirigiria mais o time.
Em junho de 2024, foi aprovada a lei que instituiu a Operação Consorciada do Estádio São Januário. Com ela, abriu a possibilidade de transferir e vender o direito de construir no espaço do estádio. Isso significa que o espaço onde está localizado a casa vascaína tem um valor imobiliário e esse valor pode ser transferido para outra localidade, em um valor que pode chegar a R$500 milhões. Realizando esse movimento, o Vasco conseguiria financiar a reforma do estádio.
Em setembro, o Vasco da Gama contratou a empresa de consultoria especializada em transações imobiliárias, a Primaz Corporate, para buscar parceiros para a venda desse potencial construtivo. Esse trabalho resultou na sondagem de três empresas interessadas.
Uma delas já está negociando a compra de 30% do potencial construtivo e outra vai apresentar uma proposta. O clube já possui um contrato de venda assinado ainda pela gestão do ex-presidente Jorge Salgado. A segunda negociação está na versão final e só não foi finalizada por uma burocracia do comprador.
O Vasco, ainda, tinha uma terceira negociação em estágio avançado, que tinha interesse em adquirir mais de 50% do potencial construtivo, cerca de R$280 milhões. Porém, as tratativas esfriaram porque a empresa não conseguiu avançar na compra de um terreno.
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