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O Botafogo enfrentou o Pachuca nesta última quarta-feira, 11 de dezembro, e deixou o Mundial de Clubes após perder por 3 a 0. A equipe brasileira disputou a semifinal no Catar com uma formação alternativa e gerou polêmica nas redes sociais entre os torcedores.
Nesse sentido, o técnico Artur Jorge escalou um time diferente e iniciou o jogo sem seis titulares. Dois atletas ficaram fora por lesões, enquanto outros quatro foram preservados devido ao desgaste físico recente.
Vitinho, com lesão no joelho, não integrou a delegação e deu lugar a Mateo Ponte na lateral direita. Bastos continuou em recuperação de lesão muscular e permaneceu sem condições de atuar, enquanto Adryelson manteve sua posição na zaga.
O Botafogo poupou Alex Telles, Marlon Freitas, Savarino e Thiago Almada para prevenir lesões, considerando que a equipe jogou no domingo, conquistou o título brasileiro ao vencer o São Paulo e enfrentou uma longa viagem até o Catar.
Durante o segundo tempo, Artur Jorge colocou Marlon Freitas, Thiago Almada e Savarino em campo, além de Tiquinho Soares e Júnior Santos, para tentar reverter o placar, mas o Pachuca manteve o controle do jogo.
A formação inicial contou com John no gol; Mateo Ponte (substituído por Tiquinho Soares), Adryelson, Barboza e Cuiabano. Além deles, Gregore e Allan (substituído por Marlon Freitas), Luiz Henrique, Eduardo (substituído por Almada), Matheus Martins (substituído por Savarino) e Igor Jesus (substituído por Júnior Santos).
Logo após o término da partida, Artur Jorge demonstrou insatisfação com o resultado, mas ressaltou o esforço de seus jogadores, que enfrentaram condições de recuperação menos favoráveis em relação ao adversário.
”Não vou procurar arranjar desculpas para o que hoje não conseguimos fazer. O Pachuca foi melhor, mais eficaz, mais capaz. Nada a dizer a tudo que é o contexto, porque temos que nos agarrar o que é o resultado, e hoje não foi o que queríamos, nada apaga o que de bom fizemos na temporada, mas hoje não foi um jogo bom da nossa parte”, declarou em entrevista para a TV Globo.
Quanto ao futuro no comando do Botafogo, o técnico Artur Jorge adotou um tom de incerteza. Embora tenha contrato vigente até dezembro de 2025, o trabalho realizado no Brasil despertou interesse de outros clubes, o que pode influenciar sua permanência.
“Temos uma temporada extraordinária, de grande sucesso, nosso nome está na história do Botafogo, com Libertadores e Brasileiro. A essa altura é importante cuidar das emoções para depois racionalmente tomar as decisões”, afirmou o treinador do Botafogo.
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