Hulk em ação pelo Atlético-MG (Foto: Pedro Souza/Atletico)
Arnaldo Cezar Coelho, ex-árbitro internacional e figura emblemática do futebol, participou do programa A Resenha, apresentado por Nilson Cesar em seu canal do YouTube. Durante a entrevista, realizada na última quarta-feira (10), o profissional, conhecido por comandar a final da Copa do Mundo de 1982, abordou desafios contemporâneos da arbitragem no Brasil e no mundo.
Ao longo da conversa, Arnaldo Cezar Coelho manifestou insatisfação com as reclamações excessivas de atletas durante as partidas. Assim, ele destacou a necessidade de os árbitros evitarem interações prolongadas, defendendo que profissionais do apito devem priorizar discrição e firmeza. “Juiz de futebol bom é aquele que é surdo”, resumiu, em referência à postura ideal.
Em paralelo, o ex-árbitro criticou colegas que, segundo ele, cedem a provocações e alimentam discussões desnecessárias. Como exemplos, citou os jogadores Hulk, do Atlético-MG, Gabigol, do Flamengo, e Ganso, do Fluminense, afirmando que eles frequentemente prolongam diálogos em campo. Para ele, a falta de controle nessas situações compromete a autoridade dos juízes.
“Querem fazer resenha. Se deixar, o Hulk toma conta da resenha, o Gabigol toma conta da resenha. Aqui tem um do Fluminense que agora não tá jogando, o Ganso, toma conta da resenha. Não pode deixar dar papo. Nunca vi juiz dar papo pra jogador. Por isso que eu digo. Juiz de futebol bom é aquele que é surdo”, exemplificou.
Além disso, Arnaldo expressou preocupação com a dependência excessiva do Árbitro de Vídeo (VAR). Ele argumentou que muitos profissionais transferem responsabilidades para a tecnologia, perdendo autonomia nas decisões. “Apitavam o que viam”, lamentou, enfatizando que o recurso tem gerado acomodação.
Nesse sentido, para ilustrar seus pontos, o comentarista mencionou o clássico entre Cruzeiro e Atlético-MG, válido pelo Campeonato Mineiro, vencido pelo Galo por 2 a 0. Um lance envolvendo o zagueiro Lyanco, do Atlético, e o atacante Dudu, do Cruzeiro, gerou polêmica. Conforme Arnaldo, o VAR falhou ao não revisar a pisada de Lyanco no braço do adversário, mesmo com imagens disponíveis.
Ele ressaltou que a análise isolada de fotografias pode distorcer a realidade, defendendo a avaliação integral das jogadas. “A imagem também não ajuda, porque a imagem é mentirosa”, explicou, ao criticar a falta de critério na revisão. O ex-árbitro ainda questionou a intenção do jogador em passar sobre o corpo de Dudu, classificando o ato como hostil e passível de punição.
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