Barcelona

Presidente da Uefa é sincero ao falar sobre novo formato da Champions League

“99% das pessoas satisfeitas”, diz Aleksander Ceferin

A partir desta edição, a Uefa promoveu alterações no regulamento da Champions League. Aleksander Ceferin, presidente da entidade, comentou sobre esse novo formato e defendeu dizendo que “99% das pessoas ficaram satisfeitas”.

“Só ouvi respostas positivas. Calculo que 99% das pessoas estão agora satisfeitas com a renovação da Liga dos Campeões. A competição é ainda mais imprevisível do que antes, ninguém sabia até ao último momento se iria se qualificar. É um sucesso perfeito, e as audiências da Liga dos Campeões são excelentes”, afirmou Ceferin, em entrevista exclusiva ao jornal “Delo”, da Eslovênia, sua terra natal.

“Todas as três competições, incluindo a Liga Europa e a Conference League, são um sucesso. Os patrocinadores estão encantados com a participação de times menores. Agora todo mundo quer embarcar e investir mais nas competições da Uefa, e isso vale também para as emissoras que transmitem”, acrescentou o presidente da Uefa.

A partir desta temporada, a Champions League é disputada em um formato de liga com 36 times (antes tínhamos 32), que disputam oito jogos, que são definidos através de um sorteio da entidade. Os oito primeiros colocados na classificação avançam direto para as oitavas de final.

Os times que ficarem do nono ao 24° lugar disputam a rodada dos playoffs para tentarem a vaga nas oitavas de final. O restante é eliminado da competição. A partir das oitavas de final segue como era antes, sem alterações.

Neste mês, a Uefa e a Associação de Clubes da Europa (ECA) chegaram a um acordo para iniciar negociações exclusivas com a empresa Relevent Sports pelos direitos comerciais globais das competições masculinas da confederação europeia para o período de 2027 a 2033.

Aleksander Ceferin também falou sobre as críticas de jogadores de clubes e seleções importantes sobre o calendário mais apertado nesta temporada. Ceferin disse que é necessário para pagar os altos custos com elencos.

“O calendário está completamente cheio, não há espaço para mais competições, os jogadores estão todos ocupados jogando, talvez demais. Mas na realidade são só os atletas mais bem pagos que reclamam. A situação é complexa: clubes precisam de mais jogos para pagar jogadores e técnicos. Se houver menos partidas, não vai ser sustentável”, finalizou Aleksander Ceferin.

André Serra

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