Rodolfo Landim em entrevista coletiva no Ninho do Urubu (Foto: Alexandre Vidal/Flamengo)
O Flamengo está ampliando sua participação no vôlei feminino de maneira significativa. Durante um evento do Comitê Brasileiro de Clubes (CBC), em Campinas, o técnico Bernardinho revelou que o clube aumentou o apoio financeiro à equipe de vôlei feminino do Sesc.
Esta decisão reflete o compromisso do Flamengo em investir mais na modalidade, o que abre novas possibilidades para o time competir em alto nível.
Desde fevereiro, a direção rubro-negra tem se aproximado cada vez mais da administração do time. Antes, a maior parte da gestão ficava a cargo do Sesc, com o Flamengo contribuindo financeiramente e cedendo sua marca para os uniformes.
No entanto, o novo investimento tem como objetivo dar ao Flamengo maior controle sobre a equipe e oferecer mais recursos para fortalecer a sua competitividade no cenário nacional.
Além disso, Bernardinho ressaltou que a participação do Flamengo no passado se limitava ao fornecimento de uniformes e apoio à torcida, além de um investimento anual de R$ 360 mil.
O técnico afirmou que não havia queixas em relação ao modelo anterior, mas reconheceu que o novo acordo dá muito mais condições à equipe para competir com os principais times do Brasil.
Ao abordar a questão financeira, Bernardinho destacou que, hoje, montar uma equipe feminina de vôlei é mais caro do que montar um time masculino. Isso porque, no vôlei, as mulheres recebem salários maiores que os homens.
Como exemplo, ele citou a jogadora sérvia Tijana Boskovic, que é a atleta mais bem paga no vôlei feminino, o que reflete o crescimento financeiro do esporte.
Por isso, o Flamengo está disposto a investir mais, com o objetivo de acompanhar o ritmo acelerado de valorização do vôlei feminino, enfrentando os desafios financeiros dessa modalidade.
De acordo com Bernardinho, a decisão de aumentar o investimento foi uma estratégia do presidente Luiz Eduardo Baptista, que acredita que o Flamengo, uma marca vitoriosa, deve se associar a equipes vencedoras.
Dessa maneira, a intenção é criar as condições para que o time de vôlei feminino do Flamengo se torne ainda mais competitivo.
Vale destacar que o técnico não fez críticas diretas às gestões anteriores do clube, mas indicou que as abordagens eram diferentes, com uma maior distância entre as duas partes. O novo modelo, com maior envolvimento do Flamengo, promete dar à equipe melhores condições para brigar com os maiores times do país.
Com isso, o Flamengo se posiciona de forma mais assertiva no vôlei feminino, refletindo seu desejo de expandir a presença e a competitividade na modalidade. Esse aumento de investimento pode ser o primeiro passo para um futuro vitorioso no esporte.
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