A primeira rodada do Campeonato Brasileiro trouxe à tona uma das mudanças mais aguardadas para 2025: a nova regra contra a cera dos goleiros. A ideia era clara: evitar o desperdício de tempo, garantindo mais dinâmica nos jogos.
A nova norma estabelece que o goleiro que segurar a bola por mais de oito segundos deve ser punido com um escanteio para o time adversário. O árbitro deve contar os últimos cinco segundos de posse de bola e sinalizar para que o goleiro a libere.
Isso vale, inclusive, quando o jogador estiver deitado com a bola sob seu controle. O objetivo é claro: aumentar o tempo de bola rolando, algo que é considerado essencial para uma competição mais rápida e atraente.
Apesar da intenção da Fifa, a primeira rodada mostrou que a regra não foi completamente eficaz. Por exemplo, no jogo entre Juventude e Vitória, o árbitro Paulo Cesar Zanovelli da Silva marcou a contagem de oito segundos para o goleiro Marcão, do Juventude, aos 20 minutos do primeiro tempo.
No entanto, a situação foi bem diferente em outros confrontos, onde os goleiros mantiveram a bola nas mãos por mais de oito segundos sem nenhuma advertência. Isso aconteceu, por exemplo, no jogo entre Palmeiras e Botafogo, onde o goleiro John, do Botafogo, ficou 20 segundos com a bola.
Vale destacar que, em confrontos como Grêmio x Atlético-MG e Flamengo x Internacional, os goleiros Thiago Volpi e Rochet também desrespeitaram a nova regra. Rochet, do Inter, ficou com a bola por 17 segundos, enquanto Anthoni, seu substituto, manteve a posse por 20 segundos, sem que houvesse qualquer sinalização da arbitragem.
Esses episódios demonstram claramente que a aplicação da regra ainda enfrenta desafios.
A antiga regra punia o goleiro com tiro livre indireto caso ele segurasse a bola por mais de seis segundos. No entanto, com a dificuldade de aplicar essa penalização corretamente, a Fifa decidiu aumentar o tempo para oito segundos e trocou a punição para um escanteio, com o objetivo de aumentar o tempo de jogo efetivo.
Sendo assim, a expectativa era de que os jogos tivessem pelo menos 60 minutos de bola rolando.
No entanto, a média da primeira rodada ficou em 59 minutos e 58 segundos, quase 61% do tempo total de jogo, evidenciando que a mudança teve um impacto positivo, mas ainda precisa de ajustes.
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