Leonardo Jardim durante partida do Cruzeiro em 2025 (Foto: Gustavo Aleixo/Cruzeiro)
Com um revés em sua estreia continental, o Cruzeiro iniciou sua trajetória no Grupo E da Copa Sul-Americana. A equipe mineira perdeu por 1 a 0 para o Unión de Santa Fe, em confronto realizado na Argentina. A partida aconteceu nesta última terça-feira (1º), no estádio 15 de Abril, na cidade de Santa Fe.
Após o jogo, o técnico Leonardo Jardim apresentou sua leitura sobre o ocorrido. O comandante cruzeirense admitiu que sua equipe não exibiu uma boa performance durante os noventa minutos. Jardim classificou o embate como uma partida que “não foi bem jogada” por nenhum dos lados.
O treinador português enfatizou que o jogo se caracterizou mais pela luta e pela entrega física. Segundo ele, essa era uma característica esperada do confronto, motivo pelo qual escalou inicialmente atletas com maior perfil de agressividade e combate. Ele antecipava um duelo de muita disputa.
Conforme a visão de Jardim, o time celeste demonstrou alguma melhora no início da segunda etapa, considerando esse o melhor período da equipe na partida. Todavia, ele ponderou que o Cruzeiro voltou a perder consistência depois disso, enquanto o adversário cresceu em intensidade e conseguiu o gol em uma jogada de bola parada, que contou com dois ressaltos antes de finalizar nas redes.
Durante o primeiro tempo, o Unión exerceu forte pressão sobre a defesa cruzeirense. Os argentinos, inclusive, chegaram a marcar aos 41 minutos, mas a arbitragem de campo assinalou impedimento, e o árbitro de vídeo (VAR) ratificou a decisão, invalidando o gol.
Na etapa final, o Cruzeiro buscou equilibrar as ações e melhorou discretamente seu futebol. Contudo, o Unión de Santa Fe continuou a criar as chances mais perigosas de gol. Assim, já nos acréscimos, aos 48 minutos, Diego Díaz definiu o placar e assegurou a vitória para a equipe da casa.
Reiterando sua perspectiva, Leonardo Jardim apontou que a partida teve muita intensidade e diversos duelos individuais, porém não houve qualidade técnica. Ele mencionou a dificuldade encontrada pelo Cruzeiro para fazer a bola circular no primeiro tempo, em virtude da pressão constante imposta pelo Unión.
Embora tenha observado uma evolução no segundo tempo, admitiu que a equipe perdeu fôlego na parte final. O técnico explicou que tentou ajustar a intensidade do time com substituições, mas lamentou o gol sofrido no final, originado de uma bola parada aérea, um ponto que, segundo ele, a equipe trabalha para corrigir.
“Tentamos equilibrar o time na intensidade, colocando nossos jogadores mais intensos. Mas, acabamos por ser castigados no fim por uma bola parada. Problema que tentamos corrigir, o jogo aéreo de bolas paradas”, comentou.
Agora, o Cruzeiro volta suas atenções para o cenário nacional. O próximo desafio da equipe será pelo Campeonato Brasileiro, contra o Internacional. A partida ocorrerá no domingo (6), no estádio Beira-Rio, em Porto Alegre, válida pela segunda rodada da competição.
Pela Copa Sul-Americana, o time celeste retornará a campo na quarta-feira, dia 9 de abril. Neste dia, receberá o Mushuc Runa, do Equador, no Mineirão. Entretanto, este jogo acontecerá com portões fechados, como resultado de uma punição que a Conmebol impôs ao clube.
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