Jorge Jesus durante um jogo do Al-Hilal (Foto: Reprodução/Al-Hilal)
A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) tem Jorge Jesus como principal nome para assumir o comando da seleção brasileira, contudo, enfrenta resistência por parte do Al Hilal quanto à liberação antecipada do treinador. O técnico português possui contrato com o clube saudita até o final do Mundial de Clubes, que será disputado em junho, nos Estados Unidos.
Aliás, conforme apurado, a entidade brasileira já recebeu sinais positivos de Jorge Jesus quanto ao seu interesse em liderar a equipe nacional. Embora esses indicativos tenham chegado por meios indiretos, como declarações à imprensa, ainda não há um posicionamento claro sobre o momento em que essa transição poderia ocorrer. A urgência da CBF, entretanto, está em contar com um novo treinador até a próxima data-Fifa, em junho, o que exigiria a convocação dos atletas já em maio.
No momento, Jesus ainda tem compromissos importantes com o Al Hilal, tanto pela Liga dos Campeões da Ásia quanto pela Liga Saudita. Assim sendo, sua saída antes do encerramento da temporada atual demandaria não apenas negociações complexas, mas também o pagamento de uma multa contratual — hipótese que vem sendo considerada, ainda que com cautela.
Além disso, fontes ligadas ao clube saudita indicam que não há qualquer intenção de liberar o técnico antes do cumprimento integral de seu vínculo. O Al Hilal conta com o trabalho de Jorge Jesus para o Mundial de Clubes, objetivo tratado com seriedade pela diretoria local.
Portanto, a única alternativa, caso a CBF deseje manter o plano de ter o treinador já na próxima data-Fifa, seria arcar com a rescisão contratual ou, eventualmente, convencer os dirigentes árabes a reavaliar sua posição. O cenário, contudo, é de dificuldade, já que negociações com clubes do Oriente Médio são tradicionalmente duras e pouco flexíveis.
Enquanto isso, outros nomes também aparecem no radar da confederação. Abel Ferreira, atualmente no Palmeiras, é considerado uma segunda opção. Carlo Ancelotti ainda é visto como um sonho distante, sobretudo porque está prestes a renovar com o Real Madrid. Há também uma ala dentro da CBF que sugere o nome de José Mourinho, porém, ele não figura entre os preferidos da alta cúpula da entidade.
Em resumo, a escolha de Jorge Jesus como prioridade para assumir a seleção brasileira esbarra em uma conjuntura de desafios contratuais e temporais. A CBF, que pretende iniciar um novo ciclo técnico já nas convocações de maio, terá que agir rapidamente — e com recursos — a fim de concretizar sua principal meta de comando.
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