Palmeiras

A declaração de Estêvão, do Palmeiras, direcionada ao Cruzeiro

“Quando saí do Cruzeiro, senti alegria e tristeza…”

Uma das grandes promessas do futebol brasileiro e mundial, o atacante Estêvão defendeu a camisa do Cruzeiro por alguns anos nas categorias de base. Ao “The Players Tribune”, o jogador revelou todos os sentimentos de quando trocou a Raposa pelo Verdão.

“Não vou mentir… quando saí do Cruzeiro, senti alegria e tristeza. Alegria por começar um novo capítulo no Palmeiras. Tristeza por deixar para trás tantas pessoas e memórias. Na verdade, eu estava muito ansioso, porque me perguntava se conseguiria recriar minha antiga forma no meu novo clube”, iniciou.

Estêvão chegou ao Cruzeiro para testes ainda antes dos 10 anos de idade. Aprovado, passou a jogar tanto no futsal quanto no campo. Com o passar do tempo, foi se destacando e alimentando expectativas de uma carreira profissional, recebendo o apelido de “Messinho”, uma referência ao argentino Lionel Messi.

“Para falar a verdade, eu não tinha a mínima noção de que o Cruzeiro era o Cruzeiro. Entende o que eu quero dizer? (…) Quando estávamos na Go Cup, em Goiânia, eu nem percebi que tinha jogado o torneio da minha vida. Quase da noite para o dia, todos me notaram. Passei de ‘mais um garoto’ para um dos maiores talentos do Brasil”, disse, completando:

“Os chutes. Os passes. Perna direita, perna esquerda. Eu nunca tinha jogado tão bem. O Cruzeiro até criou uma nova categoria de base para mim na Toca da Raposa, só para garantir que eu me desenvolvesse da melhor forma possível. Em poucos dias, toda a confiança que vocês depositaram em mim foi justificada”, finalizou Estêvão.

Enquanto se destacava nas categorias de base do Cruzeiro, Estêvão acabou ligado de forma indireta, a um escândalo que manchou sua imagem no clube. Em 2019, a TV Globo revelou que a diretoria cedeu parte dos direitos econômicos do jovem jogador a empresários, mesmo ele tendo apenas 12 anos e sem contrato profissional. As denúncias envolviam negociações duvidosas lideradas pelo então vice-presidente Itair Machado e pelo presidente Wagner Pires de Sá.

O pai de Estêvão, Ivo Gonçalves, também teria se envolvido em negociações irregulares, recebendo parte dos direitos econômicos do filho, algo que fere normas da FIFA e do Estatuto da Criança e do Adolescente, levando o Ministério Público de Minas Gerais a investigar o caso. Ao completar 14 anos, Estêvão assinou seu primeiro vínculo não profissional com o Palmeiras e deixou o Cruzeiro.

André Serra

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