Álvaro Morata com a camisa da seleção da Espanha em 2024 durante a Eurocopa (Foto: Reprodução/Instagram)
A CBF foi clara ao afirmar que seguirá o estatuto, que determina o uso exclusivo das cores da bandeira nacional nos uniformes oficiais. Mesmo assim, o tema abriu espaço para relembrar episódios em que seleções importantes optaram por romper com seus padrões históricos, adotando cores inesperadas em Copas anteriores.
Na Copa do Mundo de 2022, disputada no Catar, a Espanha surpreendeu com uma camisa reserva em tom azul claro. Embora o azul escuro seja uma escolha comum para o segundo uniforme da equipe, essa variação mais clara dividiu opiniões. Ainda que o modelo não fosse extravagante, causou estranheza entre os torcedores acostumados à identidade visual tradicional da Fúria.
Quatro anos antes, na Rússia, foi a vez da Argentina inovar. A equipe optou por um uniforme reserva completamente preto. Apesar de não ser uma mudança tão radical, a ausência do tradicional azul-marinho gerou certa curiosidade. Aliás, o contraste com o branco da camisa titular tornou o visual ainda mais marcante naquele Mundial.
Entre os exemplos mais ousados, o Japão se destacou na Copa de 2014, realizada no Brasil. A seleção asiática adotou um uniforme verde-limão como alternativa. A escolha foi considerada arriscada, já que a tonalidade destoava completamente das cores habituais do país. Conforme o impacto visual, o modelo foi rapidamente rotulado como “ame ou odeie”, sem espaço para opiniões neutras.
Anteriormente, em 2010, o México introduziu uma camisa reserva preta, com detalhes em verde e vermelho. Embora essas cores estejam na bandeira nacional, o preto jamais havia sido a base principal de um uniforme mexicano em Copas. A adoção da cor trouxe um ar mais agressivo à estética da equipe.
Em 2006, Portugal também aderiu ao preto. O uniforme ficou associado à geração de Cristiano Ronaldo, então com 21 anos, e que usava a camisa número 17. Sob o comando de Luiz Felipe Scolari, a seleção portuguesa chegou até a semifinal com esse visual alternativo, que marcou época.
Na edição de 2002, outros dois casos chamaram atenção. O Paraguai apresentou um uniforme laranja, completamente desconectado de suas cores nacionais, e que foi considerado o mais feio da Copa pelo site “Footy Headlines”. Já o Uruguai, por sua vez, lançou uma camisa reserva vermelha que, surpreendentemente, nem chegou a ser usada, visto que a equipe foi eliminada ainda na fase de grupos.
Por fim, vale citar que certas seleções mantêm cores históricas que não constam em suas bandeiras. É o caso de Itália, Alemanha, Holanda, Austrália e Japão. Essas escolhas, muitas vezes baseadas em elementos culturais ou históricos, consolidaram identidades visuais que perduram até hoje, mesmo que não representem diretamente os símbolos nacionais.
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