Ramón Díaz pelo Corinthians em 2024 (Foto: Rodrigo Coca/Agência Corinthians)
A decisão da FIFA que condenou o Vasco ao pagamento de mais de R$ 30 milhões a Ramón Díaz e Emiliano Díaz marca um capítulo financeiro delicado na história recente do clube. Conforme divulgado, a condenação é resultado de uma disputa iniciada após a saída da comissão técnica em abril de 2024, logo após uma goleada sofrida para o Criciúma. A sentença, ainda em primeira instância, pode ser contestada no Tribunal Arbitral do Esporte (CAS), conforme anunciado oficialmente.
O valor total da condenação supera os R$ 30,5 milhões. Ramón Díaz tem direito a R$ 15.715.072,60 por multa contratual, além de R$ 866.528,36 referentes a verbas rescisórias. Já Emiliano Díaz, auxiliar técnico e filho do treinador, deverá receber US$ 2.348.016,30 (equivalente a aproximadamente R$ 13,3 milhões na cotação atual) por multa, além de R$ 644.863,87 pelas verbas rescisórias devidas.
A origem do litígio está relacionada à forma como a saída dos profissionais foi conduzida. Logo após a derrota para o Criciúma, o Vasco anunciou em suas redes sociais que ambos “não faziam mais parte da comissão técnica”. Pouco depois, Ramón Díaz declarou que não esperava ser “demitido pelo Twitter”, revelando que não houve um consenso claro sobre a demissão.
O clube, por sua vez, argumenta que os dois profissionais comunicaram voluntariamente sua decisão de sair, logo após o fim da partida, ao gerente de futebol Clauber Rocha, e que isso teria sido confirmado à diretoria. A partir dessa divergência, teve início a disputa jurídica que resultou na atual condenação.
No comunicado oficial, o Vasco fez questão de destacar que a gestão responsável pelo episódio estava sob controle da 777 Partners, inclusive nomeando os executivos da época. O clube estuda recorrer ao CAS, enquanto sinaliza que, em caso de manutenção da condenação, poderá acionar judicialmente antigos gestores a fim de buscar ressarcimento.
Por fim, o Vasco também informou que qualquer quantia eventualmente paga será destinada à quitação de dívidas no processo de Recuperação Judicial. Essa medida visa manter o fluxo financeiro sob controle, mesmo diante da significativa pressão imposta pela decisão da FIFA.
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