A proposta de criação de uma nova divisão no futebol brasileiro, a Série E, voltou ao centro dos debates após a eleição de Samir Xaud para a presidência da Confederação Brasileira de Futebol (CBF). Representando os 64 clubes que disputam a Série D, Rogério Siqueira, presidente do ASA, manifestou otimismo com a possibilidade de avanços estruturais sob a nova gestão.
Segundo Rogério, o cenário atual é mais propício para discutir a implementação da quinta divisão nacional. “Temas relevantes como a possível criação da Série E do Campeonato Brasileiro, que já vêm sendo debatidos desde o ano passado com a equipe de competições da CBF, encontram agora um ambiente institucional mais favorável para evoluir”, declarou o dirigente.
Aliás, a confiança de Rogério Siqueira baseia-se no perfil que identificou em Samir Xaud logo no primeiro contato entre os dois. “Ficou evidente que se trata de um profissional jovem, moderno, com visão administrativa clara e, principalmente, aberto ao diálogo”, afirmou. Para o presidente do ASA, é essencial que a CBF assuma uma postura mais participativa e menos centralizadora nas decisões que afetam o futebol nacional.
“Os clubes são a base do sistema e precisam ser parte efetiva da construção das soluções”, disse Rogério, ao destacar a necessidade de uma gestão que valorize a contribuição dos dirigentes de clubes menores. Conforme o representante da Série D, Samir Xaud demonstrou sensibilidade às causas estruturais e intenção real de fomentar um modelo de administração descentralizado.
Em paralelo às tratativas sobre a nova divisão, Rogério também esteve em reunião com o então presidente interino da CBF, Fernando Sarney. No encontro, foram abordados pontos cruciais para a reta final da Série D, como a liberação para transmissão e comercialização das nove rodadas restantes da primeira fase e a antecipação da segunda parcela de R$ 150 mil destinada aos clubes. O dirigente confirmou, ainda, que houve debate interno sobre a arbitragem, o uso do VAR e o planejamento do calendário da temporada seguinte.
Embora ressalte os avanços da antiga gestão liderada por Ednaldo Rodrigues, especialmente em relação ao diálogo com os clubes da Série D, Rogério aposta que a chegada de Xaud pode consolidar e expandir essa abertura institucional. “Não fazemos comparações nem julgamentos precipitados, apenas renovamos a esperança de que esse caminho de diálogo, fortalecimento das bases e inclusão institucional continue e se amplie”, concluiu.
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