Carlo Ancelotti como técnico da Seleção Brasileira de Futebol (Foto: CBF/Rafael Ribeiro)
A estreia de Carlo Ancelotti à frente da Seleção Brasileira foi marcada por um empate sem gols diante do Equador, na noite de quinta-feira (5 de junho), pelas Eliminatórias Sul-Americanas para a Copa do Mundo de 2026. O confronto, realizado em Guayaquil, evidenciou dificuldades enfrentadas pela equipe brasileira ao longo dos 90 minutos.
Com uma formação no esquema 4-3-3, Ancelotti apostou em Casemiro, Gerson e Bruno Guimarães para compor o meio de campo. Contudo, a atuação do setor ficou aquém do esperado, principalmente diante da performance de Moisés Caicedo, que impôs ritmo e dominou as ações centrais da partida. “Ele assumiu o controle do meio-campo com uma fisicalidade espetacular”, pontuou o jornal espanhol Marca, que acompanhou de perto o desempenho da Seleção.
Aliás, o próprio periódico não poupou críticas. Em matéria assinada por Ruben Jiménez, o Marca intitulou sua análise como “Choque de realidade: este Brasil é uma sombra do que já foi”. O jornalista destacou que Ancelotti, ao aceitar o comando do time, provavelmente esperava uma equipe inspirada nas gerações de Romário, Ronaldo e Roberto Carlos, mas encontrou uma versão que “não apresentou jogo bonito, tampouco criatividade ofensiva”.
Conforme relatado pela publicação espanhola, o Brasil foi dominado em boa parte do confronto e ficou limitado ao próprio campo, sem capacidade de articular jogadas perigosas. “Foi um pouco assustador ver o Brasil confinado em seu próprio campo, soltando bolas longas, que quase nunca conseguiam superar seus defensores”, destacou Jiménez.
Apesar do empate, a Seleção Brasileira permanece entre os primeiros colocados na tabela. Com 22 pontos, ocupa a quarta posição, enquanto o Equador é o vice-líder, com 24. A disputa pelas primeiras colocações segue acirrada, visto que seis seleções garantem vaga direta para o Mundial.
A próxima partida será realizada na terça-feira (10 de junho), às 21h45 (horário de Brasília), contra o Paraguai, na Neo Química Arena. O confronto é direto na parte superior da tabela, já que os paraguaios estão na terceira colocação, com dois pontos de vantagem sobre o Brasil. Enfim, o jogo marcará mais uma oportunidade para que Ancelotti ajuste sua equipe em busca de evolução.
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