Diretor José Boto em coletiva (Foto: Paula Reis/Flamengo)
No Flamengo, onde a exigência por desempenho vai além das quatro linhas, o ritmo frenético, ou a ausência dele, nas contratações começa a gerar inquietação. José Boto, diretor de futebol, está no centro dessa turbulência.
O dirigente português, que já teve momentos de protagonismo à frente do departamento, agora vive dias de pressão crescente. Isso porque, mesmo com orçamento disponível e saídas importantes, as reposições demoram a acontecer, o que alimenta dúvidas sobre sua condução no cargo.
A chegada de Saúl, que deve desembarcar no Rio nesta terça-feira, e as tratativas avançadas por Carrascal mostram movimentações. No entanto, a perda de Gerson e a iminente saída de Wesley ainda não foram compensadas. Além disso, com o acúmulo de lesões no elenco, o próprio técnico Filipe Luís cobrou, publicamente, reforços “para ontem”.
Sendo assim, mesmo que o presidente Bap ainda não sinalize uma mudança imediata, cresce internamente a percepção de que a engrenagem precisa ser mais eficiente. Vale destacar que o caso Mikey Johnston, barrado após alerta do departamento médico e repercussão negativa, evidenciou certa desarticulação.
Matheus Gonçalves e Victor Hugo, que estavam próximos de deixar o clube, tiveram suas negociações interrompidas. Desse jeito, o clube tenta evitar novas perdas em meio à instabilidade.
Enquanto isso, Matheus Cunha já notificou que assinou pré-contrato com o Cruzeiro. Varela, com contrato até dezembro, também pode sair sem retorno financeiro, já que a renovação não avança.
O estresse envolvendo Pedro ainda reverbera no ambiente interno. As mensagens vazadas sobre o atacante, indicando que o clube aceitaria vendê-lo por 15 milhões de euros, não foram retratadas oficialmente. Com isso, o desgaste permanece.
Boto, que antes dava entrevistas frequentes, hoje evita contato com a imprensa. Cabe ressaltar que sua última aparição pública foi discreta, sem diálogo com jornalistas.
Portanto, o cenário atual do Flamengo expõe o quanto a lentidão nas decisões de mercado pode impactar a confiança em uma gestão. E no clube mais visado do país, cada silêncio pesa, ainda mais quando há ruídos por todos os lados.
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