Centro de treinamento do Flamengo (Foto: Reprodução)
Na última quarta-feira (27), o Flamengo tomou uma decisão que marcou o cenário de esportes eletrônicos no país: o encerramento oficial de sua equipe de Counter-Strike 2. A diretoria do clube decidiu não vincular mais a marca a modalidades de tiro, surpreendendo a gestão do FlaEsports.
A última partida da equipe com o manto rubro-negro ocorreu diante da Bestia, pela ECL S50, com derrota. Segundo as reportagens, a orientação partiu da própria diretoria do Flamengo, que definiu a restrição como política interna. Além do Counter-Strike, até o Free Fire precisou passar por ajustes para não carregar mais a marca do clube.
O anúncio oficial foi acompanhado por uma despedida emocionante nas redes sociais. O capitão Lucas “CutzMeretz” Freitas publicou mensagem de agradecimento, destacando o apoio dos torcedores e do embaixador Bruno Henrique.
“Hoje entramos no servidor pela última vez vestindo o manto sagrado, gostaria de agradecer primeiramente a torcida de todos e apoio do início ao fim do projeto, acredito que conseguimos em muitos momentos deixar vocês felizes e representados, sem vocês não estaríamos aqui. Colocamos muito trabalho e dedicação ao longo desses 6 meses e colhemos frutos positivos! Obrigado a todos por acreditar em nós e apoiar nos momentos fáceis e difíceis!”.
Com o encerramento, os jogadores rapidamente definiram um novo destino no cenário competitivo. O quinteto formado por CutzMeretz, vsm, danoco, delboNi e proSHOW assinou contrato com a Vivo Keyd Stars, de acordo com informações do portal Dust2 Brasil. A equipe segue unida em sua trajetória, agora defendendo outra organização tradicional dos esportes eletrônicos.
O CEO da Medellin, Rafael “Patron”, revelou que a mudança foi comunicada no início de agosto e pegou de surpresa quem estava envolvido na gestão. Ele explicou que a restrição aos jogos de tiro veio diretamente da diretoria rubro-negra. A medida abriu caminho para uma reestruturação interna no FlaEsports, que passa a concentrar esforços no League of Legends, considerado atualmente o principal ativo do clube no setor.
Enquanto isso, o Free Fire também sofre alterações. A versão mobile permanece em parceria com a Loops, enquanto o emulador passa a competir sob a bandeira Rubro-Negra. Apesar das mudanças significativas, o Flamengo ainda não emitiu posicionamento oficial sobre a decisão, mesmo após ser procurado pela imprensa.
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