Bruno Henrique pelo Flamengo (Foto: Gilvan de Souza/Flamengo)
Na quinta-feira (04 de setembro), o Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) iniciou o julgamento de Bruno Henrique, atacante do Flamengo, acusado de envolvimento em manipulação de resultados. A sessão ocorre no Rio de Janeiro e reúne a 1ª Comissão Disciplinar, que analisa a denúncia apresentada pela Procuradoria do órgão, com base em investigações da Polícia Federal.
A acusação afirma que o jogador teria recebido cartão amarelo de forma proposital em partida do Campeonato Brasileiro de 2023, contra o Santos, com o objetivo de beneficiar apostadores. O episódio resultou em denúncia formal em agosto de 2025, envolvendo também o irmão de Bruno Henrique e outros quatro atletas amadores.
A defesa do atacante foi conduzida pelos advogados Michel Asseff Filho e Alexandre Vitorino. Antes de discutir a prescrição do caso, Asseff reforçou o posicionamento do clube diante do tribunal.
“O Flamengo reitera seu posicionamento de cumprimento às regras, de reprovação total a qualquer ato de manipulação de resultados. É exatamente por isso que o Flamengo está aqui. Demonstrar apoio ao seu atleta. E fazer com que, no final desse processo, façamos justiça. Até hoje, talvez nunca em caso como esse, de manipulação de resultados, um clube tenha dado as mãos ao seu atleta. O Flamengo está aqui para isso”, declarou Michel Asseff Filho.
Após cerca de três horas de julgamento, a defesa sustentou que o prazo de 60 dias para a denúncia havia expirado, pedindo a prescrição do processo. Contudo, a maioria dos auditores rejeitou o pedido, decidindo pelo prosseguimento da análise do mérito da acusação.
Durante a audiência, Bruno Henrique participou por videoconferência. O jogador fez questão de se pronunciar brevemente, destacando sua confiança na Justiça Desportiva.
“Eu gostaria de reafirmar a minha inocência e dizer que confio na justiça desportiva. Jamais cometi as infrações que estou sendo acusado. Meus advogados estão aí, falaram por mim durante a defesa do processo. Faço questão de mostrar o meu respeito e a minha confiança nesse Tribunal, e desejo um excelente julgamento a todos. E que tudo transcorra de forma leve e justa”, disse o atacante.
A denúncia enquadrou Bruno Henrique nos artigos 243 e 243-A do Código Brasileiro de Justiça Desportiva, que tratam de atitudes prejudiciais à equipe e de condutas contrárias à ética esportiva. As penas previstas variam entre multas e suspensões longas, podendo chegar até à eliminação em caso de reincidência.
Com a decisão de manter o julgamento em andamento, o caso segue agora para análise das provas e depoimentos. O clube, por sua vez, reforça a estratégia de associar sua defesa à imagem de apoio irrestrito ao atleta, em linha com a fala de seu advogado durante a sessão.
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