Gonzalo Plata em atuação pelo Flamengo, no Maracanã - Foto: Gilvan de Souza/Flamengo
Na noite de quinta-feira (18 de setembro), o Flamengo venceu o Estudiantes por 2 a 1, no Maracanã, pelo jogo de ida das quartas de final da Libertadores. Apesar do resultado positivo, a partida ficou marcada por polêmica envolvendo a arbitragem, que expulsou Gonzalo Plata no segundo tempo. O lance gerou protestos imediatos do clube e de jogadores rubro-negros.
No dia seguinte, a Conmebol divulgou um vídeo com análise do VAR reconhecendo que a decisão foi equivocada. Segundo a entidade, o árbitro colombiano Andrés Rojas não deveria ter mostrado o cartão vermelho ao atacante. A revisão concluiu que Plata apenas disputou a bola, caindo junto com o adversário após o lance.
“O atacante rubro-negro joga a bola. Posteriormente, o defensor de camisa branca chuta a bola e ambos caem no chão, não configurando infração do atacante. O árbitro observa a ação e sanciona incorretamente o jogador rubro-negro, expulsando por duplo cartão”, informou o vídeo.
Apesar de admitir o erro, o protocolo do VAR não permitia intervenção. A tecnologia só pode ser usada em quatro situações: gols, pênaltis, cartão vermelho direto e confusão de identidade. Como se tratava de segundo cartão amarelo, não havia possibilidade de revisão. “Vale esclarecer que, de acordo com o protocolo VAR e as regras do jogo, o VAR poderá interferir apenas em incidentes das quatro considerações revisáveis”, acrescentou a análise.
Os áudios divulgados pela Conmebol mostram os árbitros discutindo o ponto de contato da falta cometida sobre Plata. Houve a avaliação se o lance teria ocorrido dentro da área, o que poderia gerar revisão para pênalti. Contudo, como foi fora, não houve recomendação ao árbitro. “Aí não posso entrar”, disse um dos responsáveis pelo VAR.
A repercussão foi imediata. O técnico Filipe Luís declarou após a partida que não quer mais ver Andrés Rojas apitando na Libertadores. O diretor de futebol José Boto classificou a arbitragem como “escandalosa”, enquanto Samuel Lino afirmou que o juiz colombiano “prejudicou imensamente” a equipe.
Paralelamente ao reconhecimento do erro, a Conmebol emitiu comunicado disciplinar suspendendo Plata para o jogo de volta e multando o Flamengo. O clube terá de pagar 500 dólares por cada cartão amarelo recebido — Samuel Lino, Saúl e Bruno Henrique foram advertidos — totalizando 1.500 dólares, cerca de R$ 7,9 mil.
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