O Flamengo voltou a mostrar força na Libertadores Sub-20 e, de novo, fez do torneio um palco para exibir a vitalidade da sua base. Campeão recente da competição, o clube iniciou a edição de 2026 com autoridade, intensidade e uma safra que vem chamando atenção rodada após rodada.
Na fase inicial, o time rubro-negro derrotou o Estudiantes de Mérida e o Bolívar por 4 a 1, empatou sem gols com o Independiente Medellín e ainda ampliou para 15 partidas a sua sequência invicta na história da Libertadores Sub-20. Esse começo também mexe com a leitura de quem acompanha o torneio além das quatro linhas. Em plataformas de apostas, detalhes relevantes ajudam a entender como o mercado reage a sequências invictas, volume ofensivo e ao surgimento de jogadores que mudam de patamar em poucos dias.
O desempenho rubro-negro não se resumiu aos placares. Contra o Bolívar, por exemplo, o Flamengo finalizou 22 vezes, número que traduz bem a proposta agressiva da equipe.
Na semifinal, o Flamengo confirmou a boa fase ao vencer o Olimpia por 2 a 1. Ryan Roberto abriu o placar, o time sofreu o empate em cobrança de pênalti, mas encontrou forças para reagir e voltou à frente com Pablo Lúcio. Foi uma vitória de peso, dessas que testam repertório técnico e também cabeça firme.
Toda campanha marcante costuma revelar um rosto que concentra os olhares. No Flamengo, esse nome vem sendo Josmar. Contratado junto ao Avaí, o atacante de 17 anos chegou cercado por expectativa e tratou de responder em campo, com atuações que misturam explosão, atrevimento e faro de gol.
Na Libertadores Sub-20, ele rapidamente se colocou entre os destaques ofensivos da equipe. Contra o Bolívar, marcou um gol que resumiu bem seu perfil: aceleração, controle em velocidade e definição com frieza. Antes disso, já vinha acumulando boas participações e confirmando a leitura de que o Flamengo acertou ao buscá-lo no mercado.
O que mais chama atenção em Josmar é a combinação de mobilidade com agressividade. Ele não fica estático esperando a bola chegar. Sai da área, ataca espaços, disputa corpo a corpo e aparece como solução para diferentes tipos de jogada.
A equipe vem funcionando como um bloco consistente, e isso fica ainda mais evidente quando outros nomes conseguem decidir jogos, sustentar intensidade e aparecer em setores diferentes do campo.
É aí que entram Ryan Roberto, Alan Santos e Da Mata. Cada um à sua maneira, os três vêm reforçando a impressão de que a base rubro-negra continua entregando variedade e qualidade.
Ryan Roberto tem sido uma peça de ruptura. Rápido, agudo e vertical, o atacante já balançou as redes em momentos importantes do torneio, incluindo o gol que abriu a semifinal contra o Olimpia.
Alan Santos oferece outra camada ao time. É o meio-campista que aproxima setores, pisa na área e consegue acelerar a transição sem perder clareza. Também deixou sua marca na competição e aparece como um jogador de leitura madura, daqueles que fazem a engrenagem girar melhor.
Na defesa, Da Mata virou um nome impossível de ignorar. Além da firmeza nos duelos e da presença física, o zagueiro ainda surgiu como arma ofensiva nas bolas paradas, marcando dois gols de cabeça na fase de grupos. Para acompanhar o cenário do futebol de base no país, inclusive o calendário nacional da categoria, um bom ponto de referência é a página oficial da CBF sobre o Brasileiro Sub-20.
No Flamengo, a base não funciona apenas como vitrine. Ela faz parte do plano esportivo do clube. A campanha na Libertadores Sub-20 reforça exatamente isso: o time forma, testa, expõe e prepara jogadores para passos maiores.
Esse processo, claro, passa pelo trabalho diário da comissão da base, comandada por Bruno Pivetti, responsável por organizar a equipe no torneio e potencializar as características desses atletas.
Ao mesmo tempo, o cenário ganha um ingrediente extra com a presença de Leonardo Jardim no profissional. O treinador principal tem histórico de valorizar jovens e surge como uma peça capaz de encurtar a distância entre o sub-20 e o elenco de cima..
Josmar, Ryan Roberto, Alan Santos e Da Mata aparecem hoje como símbolos dessa fase. Todos deixando a mesma sensação: a de que o Flamengo segue olhando para o futuro sem perder o presente de vista.
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