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São Paulo: atualização envolvendo a recuperação de Calleri

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O São Paulo acompanha a evolução de Jonathan Calleri, que avança na recuperação do joelho esquerdo e retomou trabalhos no campo. O argentino rompeu o ligamento cruzado e não atua desde abril. As atualizações relatam melhora consistente no processo.

No CT da Barra Funda, Calleri realiza atividades em campo sob supervisão de fisioterapeutas do clube. Esta semana marca a conclusão da fase inicial de recuperação iniciada após a cirurgia realizada em 23 de abril. O planejamento segue monitorado dia a dia.

Além disso, nos próximos dias ele iniciará um novo estágio focado no retorno ao futebol. Segundo as publicações, a partir da próxima semana o atacante será entregue à preparação física para readquirir condicionamento pós-cirurgia. Depois, trabalhará com bola de forma individual, antes de se juntar ao elenco.

Porém, apesar da evolução acima do esperado, os relatos apontam uma projeção conservadora. As publicações indicam que o retorno aos gramados aconteceria apenas na próxima temporada, com etapas mantidas até a liberação final.

Em abril, Calleri passou por cirurgia para reconstrução do ligamento cruzado anterior do joelho esquerdo. Esse tipo de lesão normalmente exige cerca de oito meses de recuperação para um atleta profissional, segundo os relatos.

Assim, considerando o tempo médio e a data do procedimento, os textos situam o possível retorno para o fim de 2025. As mesmas publicações descrevem como cenário mais realista a volta somente em 2026, caso o cronograma permaneça inalterado.

O São Paulo foi eliminado da Libertadores nas quartas de final, pela LDU. Segundo os relatos, esse desfecho reforçou a manutenção do cronograma de reabilitação. O clube concentra suas atenções no Campeonato Brasileiro até o fim da temporada.

Antes da lesão, Calleri disputou 18 partidas, marcou três gols e deu quatro assistências na temporada. Essas participações compõem o último recorte estatístico do atacante pelo clube.

Zenit define valor para negociar Gerson, desejado pelo Palmeiras

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Reportagens desta quinta-feira (09 de outubro) detalham o interesse do Palmeiras por Gerson. O Zenit pede 25 milhões de euros para vendê-lo, segundo a Gazeta Esportiva. O clube paulista já abriu conversas iniciais.

As tratativas seguem em estágio inicial, visto que a janela de transferências está fechada. A diretoria vê a operação como oportunidade de mercado, diante do desejo do volante de voltar ao Brasil. O nome circula no Allianz Parque há pouco mais de um mês.

Em julho, o Zenit pagou 25 milhões de euros ao Flamengo, via multa rescisória, para contratar Gerson. O volante está insatisfeito na Rússia e busca novos ares, principalmente por não ter recebido novas convocações para a Seleção desde a transferência.

Na quarta-feira (08 de outubro), torcedores do Palmeiras dominaram o Instagram do meia. O post somava mais de 7 mil comentários, em sua maioria alviverdes. O atleta curtiu um pedido direcionado à presidente Leila Pereira.

Segundo o UOL, o jogador vê com bons olhos um retorno ao Brasil, e o Palmeiras manifestou interesse. Em campo, o Palmeiras atua no 4-4-2. Gerson pode jogar como segundo volante ou aberto pela direita, funções exercidas no Flamengo.

No Flamengo, Gerson conquistou o Brasileirão, a Libertadores e a Copa do Brasil, e atuou como capitão. Às vésperas do Mundial de Clubes, reduziu a multa para 25 milhões de euros, paga pelo Zenit após o torneio. Gerson marcou um gol contra o Bayern de Munique. No clube russo, soma seis jogos e ainda não fez gol.

O clube nega o interesse, segundo a Gazeta Esportiva. No calendário, o Palmeiras recebe o Juventude no sábado (11 de outubro), às 19 horas (horário de Brasília), no Allianz Parque. Ainda não há nenhuma informação oficialmente confirmada.

Saiba quem usará a braçadeira de capitão da Seleção de Carlo Ancelotti

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Casemiro voltará a usar a braçadeira de capitão no amistoso da Seleção contra a Coreia do Sul, na sexta-feira (10 de outubro), em Seul. A decisão de Carlo Ancelotti ocorre na ausência de Alisson e Marquinhos nesta Data Fifa.

Ele retoma um posto exercido nos seis primeiros jogos após a Copa do Catar, com Ramon Menezes e Fernando Diniz. A última vez havia sido contra o Uruguai, em Montevidéu, na terça-feira (17 de outubro de 2023).

Essa será a 17ª partida de Casemiro como capitão, depois da estreia em outubro de 2017, contra a Bolívia, por escolha de Tite. O volante soma 14 anos de Seleção, 78 jogos e duas Copas do Mundo.

Já na Era Ancelotti, Marquinhos usou a faixa nas vitórias contra Paraguai (1 a 0) e Chile (3 a 0), enquanto Alisson foi capitão diante da Bolívia, em El Alto. A estreia do treinador aconteceu na quinta-feira (05 de junho), em Quito, e terminou 0 a 0. Ambos não foram convocados agora por lesões.

Em coletiva realizada em Seul nesta quinta-feira (09 de outubro), o volante descreveu a própria forma de liderar.

“Sou dos jogadores que pensa que existem vários líderes, várias formas de liderar. Cada um faz a sua liderança. Eu gosto de dar mais exemplos de como fazer. Como chegar, como estar, onde estiver, como trabalhar. Sem dúvidas, a minha relação com o treinador, que conheço há mais de dez anos, gera uma afinidade maior, mas gosto de demonstrar”.

“Ser o primeiro, estar na academia, dar o exemplo aos mais jovens. O tempo de casa e por já ter jogado duas Copas do Mundo, você transmite o que fazer e o que não fazer. Mas quando se trata de Seleção, são jogadores consolidados e você só ajusta um pouco mais. Essa é a minha forma de liderar”, disse Casemiro.

Além disso, ele defendeu a diversificação de adversários e citou Coreia e Japão como as principais seleções da Ásia. No último ciclo, o Brasil venceu os coreanos por 5 a 1 em Seul e por 4 a 1 nas oitavas do Catar. Depois, Casemiro comparou o estágio atual da equipe com o ciclo para 2022.

“Diria que nós estamos um pouco atrás, se for comparar os ciclos. Até mesmo pelo treinador estar há três meses e que trabalhou conosco por 20, 30 dias… É inevitável e temos que ser sinceros. Mas somos a seleção brasileira, com jogadores de alto nível, nos melhores clubes da Europa, e adaptação é mais rápida. Comparando com o outro ciclo, estamos um pouco atrás. Até a Copa do Mundo, vamos ter 40, 50 dia com o Mister. É pouco”.

O amistoso contra a Coreia do Sul será disputado nesta sexta (10), em Seul, às 8h (horário de Brasília).

Preocupa? Keno, do Fluminense, deixa o campo com dores e será reavaliado

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Keno vive um momento de incerteza no Fluminense após deixar o campo com dores no tornozelo na derrota por 2 a 1 diante do Mirassol, na quarta-feira (08 de outubro), pelo Campeonato Brasileiro. O atacante será reavaliado pelo departamento médico do clube assim que a delegação retornar ao Rio de Janeiro. A situação física do jogador preocupa, sobretudo pela ausência de Kevin Serna, convocado pela seleção da Colômbia.

Titular na partida em Mirassol, Keno iniciou o jogo como substituto direto de Serna, reforçando o setor ofensivo comandado por Luis Zubeldía. Aliás, o camisa 11 vinha ganhando espaço com o novo técnico e, inclusive, marcou um gol nos minutos finais da vitória sobre o Atlético-MG, na rodada anterior. A atuação positiva lhe garantiu a titularidade no confronto contra a equipe paulista.

No entanto, logo nos primeiros minutos da partida, Keno mostrou intensidade e quase abriu o placar em jogada rápida pela esquerda, mas foi parado por Walter. Pouco depois, caiu no gramado ao ajudar defensivamente e passou a demonstrar incômodo físico. Ainda que tenha terminado o primeiro tempo em campo, não voltou para a segunda etapa, sendo substituído por Soteldo no intervalo.

Durante a entrevista coletiva, Zubeldía explicou os motivos da substituição e destacou a importância do atacante no atual momento da equipe:

“Keno no primeiro tempo pediu substituição e por isso nós tiramos. Ele foi titular porque é um jogador que eu confio, que é importante, é uma opção importante que a equipe pode ter diante da ausência do Serna. Keno é um jogador ofensivo, que contribui com a equipe, mas no primeiro tempo pediu substituição. Como você disse, foi um golpe no tornozelo, então tive que tirá-lo”.

A lesão ocorre em um momento de disputa interna por vaga no ataque, especialmente com o crescimento de rendimento de jogadores como Soteldo. Caso o exame médico detecte algo mais grave, o camisa 11 pode ficar fora da próxima rodada.

O Fluminense volta a campo na quinta-feira (16 de outubro), às 21h30 (horário de Brasília), no Maracanã, contra o Juventude. A expectativa é de que Kevin Serna esteja novamente disponível, o que alivia a pressão sobre o departamento médico. Entretanto, caso a ausência de Keno se confirme, Zubeldía terá de optar entre manter Soteldo entre os titulares ou buscar nova solução ofensiva.

Keno, que teve poucas oportunidades sob o comando de Renato Gaúcho, passou a ser acionado com maior frequência após a chegada de Zubeldía. Assim, a evolução do seu quadro clínico pode impactar diretamente o planejamento ofensivo do Fluminense nas próximas rodadas.

A declaração de Ramon Abatti Abel direcionada a Luciano, do São Paulo

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A CBF divulgou, nesta quinta-feira (09 de outubro), os áudios do VAR do clássico São Paulo 2 x 3 Palmeiras, no Morumbis. A publicação veio após autorização da Fifa na quarta-feira (08 de outubro). O jogo ocorreu no domingo (05 de outubro), e os arquivos reproduzem diálogos entre a equipe de campo e a cabine de vídeo.

Um dos trechos registra um desabafo do árbitro Ramon Abatti Abel. O momento ocorreu durante a checagem de possível expulsão para Andreas Pereira por falta em Marcos Antônio. Abatti havia aplicado cartão amarelo no lance. O juiz estava cercado por jogadores do São Paulo naquele momento. Luciano foi o autor do primeiro gol da partida.

“Ah, Luciano! Por favor… Luciano reclama de ter nascido até, é impressionante! Não dá paz. Você vê o que é a complexidade que é apitar no futebol brasileiro?”, disse Ramon.

Na comunicação em campo, o árbitro descreveu a dinâmica do contato e justificou o amarelo para o meio-campista do Palmeiras. Ele avaliou que o meio-campista do São Paulo sofreu o contato após o toque na bola. “Ele pisa na bola e a sola pega depois.”

Da cabine, o VAR Ilbert Estevam da Silva manteve a decisão. Ele informou a checagem e validou o amarelo para Andreas Pereira. A equipe de vídeo destacou que o jogador tentou jogar a bola.

“Ele pisa na bola para tentar jogar…. Tudo checado. Número 8 (Andreas Pereira), identidade confirmada do cartão amarelo.”

Os áudios liberados ainda incluem outros lances polêmicos, como o suposto pênalti não marcado de Allan em Tapia. A checagem sobre Andreas terminou com a concordância da cabine. Por isso, a equipe de vídeo não chamou o árbitro ao monitor, e o meio-campista seguiu no jogo.

Após a partida polêmica, Ramon Abatti Abel e Ilbert Estevam da Silva foram afastados pela CBF e vão passar por reciclagem.

Treino do Cruzeiro é marcado por desfalque

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O Cruzeiro manteve a preparação para o clássico contra o Atlético pelo Brasileiro na Toca da Raposa II, em Belo Horizonte. O treino ocorreu na manhã desta quinta-feira (09 de outubro). Christian e Luis Sinisterra não treinaram no gramado.

Desde quarta-feira (08 de outubro), Christian faz trabalhos internos por fadiga no tendão de Aquiles. O problema surgiu após o empate sem gols com o Flamengo, em 2 de outubro. De acordo com Leonardo Jardim, a comissão médica avalia diariamente sua evolução.

Já a defesa ganhou reforço. Jonathan Jesus treinou normalmente e deixou de ser dúvida. O zagueiro saiu com dores no joelho direito no 1 a 1 com o Sport, domingo (05 de outubro). Ele havia perdido o jogo com o Flamengo por torção.

Enquanto isso, Wanderson segue em transição física após lombalgia que o tirou dos últimos dois jogos. Nesta quinta-feira (09 de outubro), o ponta fez atividades em campo, ainda sem contato total.

Também Luis Sinisterra permanece sob cuidados do departamento médico por causa de edema muscular na coxa. O colombiano já havia desfalcado a equipe recentemente por problema na região.

Além disso, o lateral-direito Fagner cumpre cronograma híbrido entre academia e campo durante a recuperação de fratura na fíbula da perna direita.

Depois do 1 a 1 com o Sport, o Cruzeiro manteve a terceira posição do Brasileiro, com 52 pontos. O Atlético venceu o Sport na quarta-feira (08 de outubro) e ocupa a 14ª colocação, com 32 pontos.

Por fim, o clássico da 28ª rodada será na Arena MRV, em Belo Horizonte. O jogo ocorre na próxima quinta-feira (15 de outubro), às 21 horas e 30 minutos (horário de Brasília).

A declaração de Canobbio sobre a arbitragem de Fluminense x Mirassol

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O Fluminense perdeu por 2 a 1 para o Mirassol na noite de quarta-feira (08 de outubro), no Estádio Maião, em duelo atrasado da 13ª rodada do Brasileiro. O confronto terminou cercado por reclamações após a anulação de um gol de Lucho Acosta por decisão do VAR.

Depois da partida, Canobbio desabafou em entrevista ao canal ‘Jornada KTO 1902’. O atacante criticou a seletividade das intervenções e o desconhecimento do ritmo de jogo.

“Sinceramente, não sei o que o VAR viu. É muito seletivo, escolhe as jogadas em que quer intervir. Quando precisa, não vai; e quando não precisa, ele decide interferir. Isso não é jeito de conduzir o jogo. Em campo, tudo acontece muito rápido. O jogador pisa na bola e a deixa para trás. Depois, há um contato mínimo”.

“É preciso ter bom senso, saber como é estar dentro de campo, entender o ritmo do jogo. Como disse antes, o árbitro interfere quando não precisa. A jogada seguiu normalmente. A falta teria sido no começo da jogada, e depois saiu um golaço. Mas aí ele quer aparecer, quer chamar atenção em um lance que não deveria. Isso irrita, atrapalha o futebol. Apaga o que foi feito em campo”, disse.

O lance saiu aos 31 minutos do primeiro tempo. O árbitro Rodrigo José Pereira de Lima deixou o jogo seguir. Após recomendação do vídeo, ele marcou falta de Canobbio em Danielzinho na origem da jogada. Três minutos depois, Guilherme abriu o placar para o Mirassol. O Flu empatou com Martinelli, e Negueba definiu a vitória nos minutos finais. A decisão gerou insatisfação entre jogadores, o técnico Luis Zubeldía e o presidente Mário Bittencourt.

Falta de Canobbio vira polêmica em derrota do Fluminense (Foto: Reprodução)

Nesta quinta-feira (09 de outubro), a CBF divulgou o áudio da comunicação entre o VAR e o árbitro. A checagem começou com a cabine avaliando que o rival “pisou na bola”. Durante a revisão, o auxiliar Cleriston Clay Barretos Ríos mudou a interpretação.

“Para mim não foi falta. Ele pega na perna, interpretei errado antes. Impedimento não tem”.

Na sequência, o VAR Caio Max Augusto Vieira sugeriu revisão por falta na retomada da jogada. O árbitro Rodrigo José Pereira de Lima concordou e voltou para marcar a infração na origem do ataque.

“Rodrigo, sugiro revisão para possível falta. Na retomada de bola ele atinge o pé do adversário e depois toca a bola, impedindo ele de prosseguir na jogada”.

Reviravolta! Dudu parte para novo embate judicial com Leila Pereira

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O atacante Dudu entrou com um recurso para que a Justiça revise a rejeição de sua queixa-crime contra a presidente do Palmeiras, Leila Pereira. O tribunal recebeu o pedido e determinou o processamento.

Dudu solicitou vistas ao processo para apresentar as razões do recurso. A sentença foi publicada em 19 de setembro, pela juíza Érica Aparecida Ribeiro Lopes e Navarro Rodrigues, da 13ª Vara Criminal. À época, o atacante estava no Atlético-MG.

A juíza entendeu que Leila não cometeu crimes e exerceu a liberdade de expressão. A queixa-crime foi proposta em 11 de julho.

O jogador, por sua vez, alega que declarações em duas entrevistas coletivas motivaram a ação. Nas entrevistas, Leila disse que Dudu causou “prejuízo milionário” ao clube e que saiu pela porta dos fundos.

Segundo a defesa do atleta, as falas tiveram o objetivo de “atingir sua reputação”, com tentativa de manchar a imagem do jogador.

A magistrada, porém, registrou que a presidente do Palmeiras não ultrapassou a liberdade de expressão. O entendimento foi de que não houve crime contra a honra. Além do recurso, as partes litigam na 11ª Vara Cível de São Paulo. Cada lado pede R$ 500 mil por danos morais.

Em julho, Dudu foi julgado pela 5ª Comissão Disciplinar do STJD por atos de misoginia contra Leila Pereira. O julgamento ocorreu no Rio de Janeiro e terminou com decisão unânime de culpa.

Botafogo toma decisão estratégica pensando em Ancelotti; entenda

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Após oscilações no desempenho, o Botafogo reduziu de cinco para três dias a folga na Data Fifa de outubro, ampliando o tempo de trabalho para Davide Ancelotti. A reapresentação ocorreu na quarta-feira (08 de outubro).

A equipe terá seis dias de treinos até o clássico com o Flamengo, marcado para a quarta-feira (15 de outubro), pela 28ª rodada do Campeonato Brasileiro. Está prevista uma folga no sábado para descanso.

Com apenas o Brasileiro no restante da temporada, o objetivo é voltar ao G-4. O time está em quinto, com 43 pontos, após 27 partidas. O Alvinegro perde posição para o Mirassol, que na quarta-feira (08 de outubro), chegou a 46 pontos ao vencer o Fluminense por 2 a 1, em jogo atrasado da 13ª rodada.

Apesar das eliminações, a direção respalda a continuidade do trabalho de Ancelotti. De acordo com a ESPN, a avaliação interna considera o desempenho positivo e com potencial, e vê a Data Fifa como um “respiro” para ajustes.

Enquanto isso, o elenco sofre com baixas importantes. Kaio Pantaleão rompeu os ligamentos do joelho na última semana e ficará fora por nove meses. Bastos e Neto não atuam mais em 2025.

Além disso, há problemas físicos na lateral esquerda, com Alex Telles e Marçal. Danilo segue em recuperação e não tem previsão de retorno. Newton recebeu o terceiro cartão amarelo e cumprirá suspensão no clássico contra o Flamengo.

O trabalho de Ancelotti soma 22 partidas desde julho: ao todo foram 10 vitórias, seis empates e seis derrotas. Nas últimas cinco, o Botafogo venceu duas, empatou uma e perdeu duas. O clássico acontecerá no Nilton Santos, na quarta-feira (15 de outubro).

Ramon Abatti Abel é denunciado pelo STJD

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Árbitro Fifa de Santa Catarina, Ramon Abatti Abel voltou a ser denunciado no Superior Tribunal de Justiça Desportiva (STJD) em 2025, menos de um ano após enfrentar situação semelhante. A nova denúncia ocorre após o clássico entre São Paulo e Palmeiras, válido pelo Campeonato Brasileiro, que terminou com vitória palmeirense por 3 a 2, no Allianz Parque.

Anteriormente, em maio deste ano, o árbitro já havia sido acusado por não aplicar corretamente a chamada “regra dos oito segundos” — que determina o tempo limite de posse do goleiro — durante a partida entre Palmeiras e Botafogo. Na ocasião, Ramon foi advertido. Agora, novamente enquadrado no artigo 259 do Código Brasileiro de Justiça Desportiva, o catarinense pode ser suspenso por até 120 dias.

Essa reincidência reforça as críticas sobre sua atuação em jogos decisivos. Em 2024, Ramon já havia sido contestado pelas decisões na partida entre Palmeiras e Fortaleza, também no Allianz Parque. Naquele empate por 2 a 2, tanto os cearenses quanto os paulistas criticaram sua condução dos lances. O árbitro foi temporariamente afastado junto com outros colegas que erraram em confrontos envolvendo Flamengo e Fluminense.

Embora envolvido em polêmicas, Ramon representou o Brasil no último Mundial de Clubes, realizado nos Estados Unidos, e chegou a ser cotado para integrar o quadro da próxima Copa do Mundo. Contudo, o novo episódio lança dúvidas sobre a constância de seu desempenho em jogos de grande repercussão.

Enquanto aguarda julgamento, o árbitro está afastado das competições organizadas pela Confederação Brasileira de Futebol (CBF), incluindo a Série A. Com isso, também deixa de receber remuneração por essas partidas. A expectativa é que ele seja ouvido pelo STJD nas próximas semanas.

A CBF divulgou os áudios do VAR referentes ao clássico paulista, especialmente em dois lances contestados pelo São Paulo: um possível pênalti sobre Tapia e a não expulsão de Andreas Pereira. Em ambos os casos, o árbitro de vídeo Ilbert Estevam da Silva concordou com as decisões tomadas em campo por Ramon.

Além de Ramon, o VAR da partida também foi denunciado pelo STJD. Para o comentarista Arnaldo Ribeiro, esse movimento representa uma situação rara no futebol brasileiro. “Essa dupla, o árbitro e o VAR, o jogo foi tão escandaloso que eu acho que eles teriam que ser objetos de investigação, sim, dessa vez. Quase como uma coisa inédita”.

Arnaldo ainda questionou a condução da arbitragem: “O que aconteceu no jogo todo? Qual foi a sua orientação? Você recebeu alguma orientação da chefia de arbitragem antes desse jogo? Qual foi o critério que se utilizou dessa vez?”.

Segundo ele, embora geralmente critique punições do STJD por julgá-las políticas, entende que neste caso é preciso ir até o fim: “Eu entendo e defendo que esse caso seja investigado, esse jogo seja investigado até o fim. Não o campeonato, esse jogo, até o fim”.