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Veja qual é a maior fonte de receita de cada um dos 14 maiores do Brasil

Com apenas uma exceção, os direitos de TV e premiações representaram a maior parte das receitas dos clubes de futebol em 2019. É o que aponta estudo da EY divulgado nesta semana a que o portal ‘ESPN’ teve acesso.

As 14 maiores receitas do Brasil entraram na análise da consultoria. E, no ano passado, apenas o Santos não teve os direitos de transmissão e os valores recebidos por conquistas como sua maior fonte.

De acordo com o balanço divulgado, o Alvinegro faturou R$ 215 milhões com transferências, que representaram 54% da arrecadação santista. Trata-se, no entanto, de um valor fora da curva. Rodrygo, sozinho, com sua ida ao Real Madrid, trouxe R$ 172 milhões para o clube.

Com essa distorção pontual, o Peixe acabou sendo o clube em que a TV teve menos relevância na conta final, com apenas 28% de share.

No Cruzeiro, as transferências também tiveram grande peso, com 37% da arrecadação. Mas o o percentual é o mesmo da TV, empatado em 1°.

No Flamengo, 35% dos R$ 950 milhões faturados vieram de TV/premiações. O percentual é muito parecido, no entanto, com o recebido com transferências – 32%.

O Palmeiras faturou 37% dos seus R$ 642 milhões com TV. Em segundo lugar, como fonte de receita, vieram as receitas com patrocínio e acordos comerciais: R$ 135 milhões (21%).

Apenas no Corinthians, as receitas comerciais também representam tanto no faturamento total. O percentual alvinegro é o mesmo do Alviverde, 21%. A TV, no entanto, representou 44% dos ganhos do clube do Parque São Jorge.

Mais da metade

Ninguém, no entanto, dependeu tanto do dinheiros das emissoras quanto Vasco e Botafogo. Excetuando Santos, a TV representou algo entre 34% (Atlético-MG) e 44% (Corinthians) para os demais clubes.

O Gigante da Colina e o time da Estrela Solitária, no entanto, tiveram índices muito grandes e, por isso, preocupantes para o futuro. No Vasco, a representatividade de TV/premiações foi de 55%. No Botafogo, de 53%.

Sabendo-se que ambos não têm contratos de direitos de transmissão entre os maiores do País, esse patamar significa dizer que os clubes estão diversificando pouco suas fontes de receita.

O Vasco, por exemplo, teve apenas 6% dos seus ganhos com negociações de jogadores. O Botafogo teve só 6% de seu faturamento com patrocínios e outros acordos comerciais.

TV à parte, a maior parte do dinheiro de Grêmio (27%), Internacional (31%), Atlético-MG (30%), São Paulo (28%), Athletico-PR (34%), Fluminense (40%) Botafogo (23%) e Bahia (24%) vieram de transações de jogadores.

Já o Vasco teve nas receitas dos dias de jogos (Matchday), que incluem bilheteria, sócio-torcedor e consumo no estádio, sua maior fonte de receita depois da TV: 24%.

retirado de: ESPN

Equipe Gávea News

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