Gabigol e Cano disputam bola em clássico entre Flamengo e Fluminense (Foto: Gilvan de Souza/Flamengo)
No cenário futebolístico brasileiro, o Flamengo se destaca não apenas pelos resultados em campo, mas também pela sua estrutura financeira robusta, sendo o clube com os maior faturamentos do país. Essa supremacia rubro-negra se reflete em conquistas de títulos e na geração de receitas expressivas, fazendo com que o clube seja visto como o principal do Brasil. Esse cenário coloca o Flamengo no centro das atenções e desperta nos rivais a ambição de alcançá-lo, gerando uma competição acirrada pelo status de principal adversário do time da Gávea.
A rivalidade entre Flamengo e Fluminense, um dos clássicos mais tradicionais do futebol brasileiro, transcende a simples disputa por títulos, englobando uma história rica de confrontos memoráveis e uma competição equilibrada. Mário Bittencourt, presidente do Fluminense, em recentes declarações, ressaltou a importância desse duelo, negando a ideia de que o Tricolor seja apenas uma “pedra no sapato” do Flamengo. Para ele, a questão não se limita a um ou outro confronto pontual, mas sim a uma rivalidade histórica e saudável, que se destaca pela paixão de ambas as torcidas e pela alternância de vitórias nos confrontos diretos.
— Vou discordar elegantemente de você (jornalista). Acho que a gente não é uma pedra no sapato do Flamengo. Somos o grande rival do Flamengo desde o primeiro Fla-Flu. E vice-versa. É uma rivalidade bonita, sadia, cada um defendendo suas cores. A diferença neste momento é a questão do investimento. O Flamengo tem um investimento grande por seus méritos, passou por um período de reconstrução. Eu mirava muito a gestão do Bandeira (de Mello, ex-presidente do Fla). Suportou muitas coisas lá ao longo de seis anos para entregar um Flamengo mais equilibrado para os dirigentes que chegaram depois que também são muito competentes. Temos uma história que não é da minha gestão para cá. Tem os dois gols do Assis, do Renato. E do lado de lá o Flamengo tem as suas vitórias também. Nos últimos quatro estaduais eles ganharam dois e nós dois. O trabalho do lado de lá é muito bom. Eles têm duas Libertadores recentes, sempre disputando o topo. Pelo trabalho competente que fazem e pelo investimento que possuem, disse Mário.
Outro ponto de destaque na relação entre os dois clubes é a questão da concessão do Maracanã. A gestão compartilhada do estádio por Flamengo e Fluminense simboliza não apenas uma parceria administrativa, mas também a importância dos dois clubes para o futebol carioca e brasileiro.
Bittencourt faz questão de ressaltar o maior número de jogos do Fluminense e do Flamengo no Maracanã em comparação ao Vasco, evidenciando a escolha histórica dos dois clubes pelo estádio como palco de suas partidas, em contraste com a decisão do Vasco de priorizar São Januário.
— O Fluminense tem quase 900 jogos a mais no Maracanã que o Vasco. O Flamengo tem quase 2 mil. O Vasco fez a opção de jogar em São Januário. Tudo bem. Em 1998, quando jogaram a final da Libertadores, o Maracanã estava vazio e eles jogaram em São Januário. Na final do Brasileiro de 2000, jogaram em São Januário. Mas teve o problema e tiveram que ir para o Maracanã. Eles podem jogar no Maracanã? Podem. Mas nada os dá mais direito que Flamengo e Fluminense. Eles optaram diversas vezes em não jogar no estádio.
A fase de grupos esquenta de vez com o mandante e favorito Botafogo recebendo o…
A fase de grupos da CONMEBOL Sul-Americana pega fogo e o cenário está pronto para…
O Botafogo recebe o Remo no Nilton Santos neste dia 2 de maio de 2026,…
O líder do Grupo G defende sua invencibilidade em território brasileiro. O Club Olimpia viaja…
A pressão está subindo no Grupo C da CONMEBOL Libertadores. Club Bolivar e Fluminense entram…
O Botafogo recebe o Independiente Petrolero em um confronto crucial pelo Grupo E da CONMEBOL…