Frota de carros Mini (Foto: Editoria de Arte/Gávea News)
A nova geração do Mini Cooper acaba de estrear no Brasil, inicialmente com motores a gasolina. Contudo, a expectativa é grande para a chegada da opção elétrica, prevista para o segundo semestre. As versões do modelo elétrico já estão definidas: E e SE. A versão de entrada mantém os mesmos 184 cv de potência e acelera de 0 a 100 km/h em 7,3 segundos, igual ao modelo atualmente vendido no país. No entanto, conta com 2 kgfm a mais de torque (totalizando 29,5 kgfm) e uma bateria maior de 40,7 kWh, substituindo a anterior de 32,6 kWh. A autonomia estimada pelo Inmetro deve aumentar de 164 km para perto de 200 km, enquanto o novo número no ciclo WLTP é de 305 km.
O Mini Cooper elétrico não é produzido no Reino Unido, como sua versão a combustão. Em vez disso, a configuração com baterias é fabricada na China, fruto de uma parceria entre o Grupo BMW e a GWM. A joint venture chamada Spotlight, criada em 2018, resultou na construção de uma fábrica inaugurada recentemente em Zhangjiagang, na província chinesa de Jiangsu.
Esse empreendimento envolveu um investimento superior a R$ 3,5 bilhões, que possibilitou o desenvolvimento da nova plataforma Spotlight EV. Essa base serve tanto para o Cooper elétrico quanto para o inédito Aceman, posicionado entre o Cooper e o Countryman. A estrutura também inclui 3 mil funcionários e uma capacidade de produção anual de 160 mil carros. Além disso, a plataforma Spotlight EV será utilizada futuramente pela própria GWM em um novo carro elétrico, possivelmente sob a marca Ora.
O novo Mini Cooper apresenta dimensões ajustadas, com o comprimento em torno de 3,85 metros. A largura, altura e entre-eixos aumentaram em 3 cm, melhorando a proporcionalidade do veículo. No entanto, o espaço traseiro para as pernas continua limitado para dois adultos, especialmente se os ocupantes da frente forem altos e precisarem ajustar os bancos para trás. O porta-malas mantém uma capacidade de 210 litros.
No interior, um dos destaques dessa nova geração é o retorno ao conceito minimalista do Mini de 1959. O painel de instrumentos foi substituído por um head-up display, conferindo um visual mais limpo e moderno. Os materiais escolhidos para o interior são descontraídos e requintados, como o tecido tecnológico usado nas portas e no console, similar ao encontrado em tênis de última geração. A combinação de cores e detalhes também impressiona, mantendo o espírito descolado característico da marca.
A central multimídia, localizada na posição central e com o tradicional formato circular, é outro ponto alto do novo Mini Cooper. Com altíssima resolução, ela concentra praticamente todas as funções do carro, incluindo velocímetro, dados de autonomia e carga da bateria, e até mesmo o consumo de potência. O sistema é intuitivo e fácil de usar, com diversas animações, interfaces e sons que variam conforme os modos de experiência selecionados.
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