Augusto Melo durante coletiva de imprensa do Corinthians (Foto: Rodrigo Coca/ Corinthians)
O Corinthians não cumpriu o acordo estabelecido com o empresário Beto Rappa, que agora busca o bloqueio de R$ 11,5 milhões das contas do clube ou a penhora de receitas que o Timão tem a receber.
A negociação ocorreu em janeiro, quando o Corinthians se comprometeu a pagar R$ 13,1 milhões para quitar uma dívida relacionada à compra do atacante Ángel Romero, ainda em 2014. A defesa do empresário solicita o bloqueio de R$ 11,5 milhões nas contas do clube. Caso esse valor não esteja disponível, Beto Rappa deseja que sejam penhoradas receitas provenientes de parceiros comerciais do clube, como a Liga Forte União, a CBF, a Federação Paulista de Futebol e a Globo.
O Corinthians havia acordado o pagamento em 22 parcelas. No entanto, segundo Beto Rappa, o clube não honrou as prestações de abril, maio e junho.
Com três meses consecutivos de atraso, o Corinthians violou a cláusula contratual que prevê o vencimento antecipado de todas as parcelas, além da aplicação de multa de 10% e correção monetária.
Beto Rappa emprestou dinheiro ao Corinthians para a contratação de Romero em 2014. Dez anos depois, ele ainda não recebeu o valor acordado. Até o momento, o clube pagou cerca de R$ 9,3 milhões ao agente.
Inicialmente, quando a contratação de Romero foi realizada, o clube tinha a obrigação de pagar apenas R$ 6,6 milhões a Beto Rappa. No entanto, esse valor aumentou devido à variação do dólar, que passou de R$ 2,2 na época para R$ 5,40 atualmente. Além disso, multas e correções monetárias foram aplicadas devido ao atraso.
O primeiro prazo para quitação era agosto de 2017, mas foi prorrogado duas vezes. O Corinthians continuou sem efetuar o pagamento e, em 2019, firmou um novo acordo. Nesse momento, a dívida já estava em R$ 11,2 milhões, parcelados em 12 vezes. No entanto, o clube novamente não cumpriu com a obrigação e, em 2021, fez uma nova renegociação, desta vez no valor de R$ 13,4 milhões.
Desde julho de 2021, o Corinthians vinha pagando as parcelas regularmente, mas em março do ano passado, os pagamentos foram interrompidos, resultando em uma nova cobrança judicial.
Diversos presidentes estiveram envolvidos nessa saga do pagamento de Romero: Mário Gobbi, Roberto de Andrade, Andrés Sanchez, Duilio Monteiro Alves e, desde o início deste ano, Augusto Melo.
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