Luis Francisco Zubeldía, treinador do São Paulo durante partida da Copa do Brasil 2024 (Foto: Rubens Chiri e Paulo Pinto/São Paulo)
Após a derrota do São Paulo, o técnico Luis Zubeldía expressou sua insatisfação com a atuação da arbitragem, especialmente em relação ao cartão amarelo recebido pelo capitão Rafinha. Em sua entrevista coletiva, Zubeldía não escondeu seu descontentamento, apontando para o que ele vê como uma falta de respeito e uma atitude autoritária por parte dos árbitros no futebol brasileiro.
“Eu não protesto mais. Não vou. Estou marcado. Já disse. Lamentavelmente, não posso ajudar meus jogadores nesse sentido. Concordo 100% com o Rafinha. Ele protesta, por mais que seja o capitão, e depois me custa uma mudança (Ferraresi entrou no lugar dele). Não é só o amarelo. Se deixo mais meio tempo, o expulsam. Não é só o equívoco do árbitro, que está claro que é um equívoco. Ele te condiciona com um amarelo para o capitão. Se o Rafinha não pode falar, quem pode falar? Ninguém pode falar. Há um autoritarismo dos árbitros,” declarou Zubeldía.
O técnico também comparou a situação com o que viu em outros jogos, mencionando especificamente o Internacional, que, segundo ele, trocou a faixa de capitão para poder dialogar com o árbitro sem ser punido.
“Viram o que fizeram os do Internacional, que trocaram a faixa de capitão para falar com o árbitro? Eu não vi isso em nenhuma parte do mundo e entendo por que fizeram isso. Porque cada capitão era advertido. Aqui não respeitam nome, trajetória, contexto… Não respeitam nada. Que não respeitem a mim, que sou estrangeiro, treinador, tudo bem. Mas que não respeitam o Lucas, o Rafinha, os capitães das outras equipes… Isso deveria ser revisto. Devem ter mais humildade,” completou.
Zubeldía também comentou sobre um lance específico da partida em que, segundo ele, o árbitro tomou decisões equivocadas que acabaram prejudicando o São Paulo. Ele mencionou que, em um momento de confusão, o árbitro não apitou uma falta clara e, posteriormente, deu as costas para a jogada, deixando o São Paulo em desvantagem.
“O capitão deveria falar porque havia confusão. Se o árbitro não apita, como vai permitir que o Thiago toque com a mão? Depois voltou a ver as imagens. Se dá vantagem, dá de costas para as jogadas e Thiago coloca a mão. Foi ver ao VAR e não sei o que falta. Não apitou. Como cobrou a falta se estava de costas?”, finalizou.
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