Bandeira do Cruzeiro (Foto: Reprodução/Cruzeiro)
Após a Conmebol anunciar que o Cruzeiro será obrigado a disputar uma partida de portões fechados, o CEO da SAF do clube, Alexandre Mattos, fez um apelo à torcida celeste em relação ao uso de sinalizadores. Durante participação no programa Bola em Jogo, da Samuca TV, Mattos relembrou os alertas feitos pelo clube sobre as consequências do uso desses dispositivos durante a Copa Sul-Americana.
‘Vocês se lembram do comunicado que o Cruzeiro divulgou dizendo: “Se tiver sinalizador nos jogos da Conmebol, o clube será punido”? Na época, muita gente rebateu: “Ah, mas o Peñarol faz, o nosso rival faz”. Ok, faz, mas a punição vem para o Cruzeiro. E quando o Cruzeiro é punido, quem sofre é a torcida. Agora está aí: o primeiro jogo do ano que vem, seja na Libertadores ou na Sul-Americana, será com portões fechados por causa dos sinalizadores. O Cruzeiro foi punido’, afirmou o dirigente.
Mattos destacou que o clube fez tudo o que estava ao alcance para tentar evitar as penalizações. Ele revelou ter entrado em contato diretamente com o presidente da Conmebol, Alejandro Domínguez, mas a regra foi aplicada. ‘São 100 mil dólares, se não me engano, além do portão fechado. Se estivermos na pré-Libertadores, teremos que jogar um mata-mata sem torcida, tudo por conta dos sinalizadores’, lamentou. No total, as multas impostas ao Cruzeiro somam R$ 951 mil.
O CEO aproveitou a ocasião para reforçar a importância de apoiar o time sem o uso de artefatos pirotécnicos. ‘Eu conheço bem a torcida do Cruzeiro. É uma das poucas que faz festa no “gogó”, sem precisar de papel, sinalizador, nada disso. Ganhar o Brasileiro em 2013 e 2014 foi na base do “Nós somos loucos”. Não precisamos copiar ninguém. Isso aqui é Cruzeiro, isso aqui é Cabuloso’, declarou Mattos.
O dirigente também mencionou o impacto negativo da ausência dos torcedores no jogo contra o Palmeiras, pelo Brasileirão, nesta quarta-feira (4). Ele ressaltou a força da torcida em jogos como a vitória sobre o Grêmio, na última semana, e destacou que o apoio nas arquibancadas, sem artifícios, foi fundamental em momentos decisivos.
A punição imposta pela Conmebol refere-se a infrações cometidas no jogo de ida contra o Lanús, pela semifinal da Sul-Americana, no dia 23 de outubro. O Cruzeiro foi enquadrado em artigos do Código Disciplinar que tratam de atrasos no início do jogo, interrupções na partida e o uso de dispositivos pirotécnicos, como sinalizadores e ponteiras laser. O clube tem sete dias para recorrer à Comissão de Apelações da entidade.
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