Casagrande (Foto: Reprodução/SporTV)
O Santos, tradicional equipe do futebol brasileiro, enfrenta desafios na dinâmica com a emissora TV Globo. Conforme o ex-jogador e comentarista Walter Casagrande abordou, a projeção do clube parece não corresponder à de outras grandes equipes no cenário midiático.
Em entrevista ao programa “UOL News Esporte”, veiculado no YouTube, Casagrande salientou que o Santos não se encontra entre as prioridades da emissora em relação às transmissões esportivas. Ele recordou um episódio em que, durante uma partida do clube pela Copa Libertadores, a TV Globo optou pela exibição de um filme em vez do jogo, o que causou descontentamento entre os torcedores.
“Eu estava na TV Globo e teve uma quarta-feira com jogo da Libertadores. Corinthians tinha jogado na terça, o São Paulo ia jogar na quinta… Tinha o jogo do Santos na quarta. A Globo colocou o (filme do) Homem Aranha. Isso é verdade. Teve revolta da torcida do Santos e é uma verdade”, recordou.
O comentarista, com experiência de mais de duas décadas nas transmissões esportivas da emissora, sugeriu que a decisão não se tratou de um caso isolado. A preferência por outros conteúdos em detrimento dos jogos do Santos reflete, segundo ele, uma percepção de menor relevância do time no cenário nacional.
O Santos ocupa atualmente a sétima posição no ranking de clubes brasileiros com maiores valores de patrocínio máster. Essa posição, segundo Casagrande, pode ter relação direta com a visibilidade reduzida do clube na TV aberta, principalmente em comparação com outros times de maior destaque.
Além disso, ele sugeriu que a menor exposição televisiva influencia as negociações com patrocinadores, resultando em acordos menos vantajosos financeiramente. A diferença nos valores entre os três primeiros clubes e os demais se mostrou significativa, evidenciando um desequilíbrio no mercado esportivo.
Consequentemente, o comentarista indicou que a cobertura desigual afeta não somente o reconhecimento público do Santos, mas também suas oportunidades de crescimento econômico por meio de patrocínios robustos.
“Acho que isso (pouca exposição) pega na hora do patrocinador negociar. Acho que a visibilidade da TV aberta tem a ver com a diferença do patrocínio. Mas a diferença é muito grande dos três primeiros para os outros. É injusto”, afirmou Casagrande.
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