Ednaldo Rodrigues, presidente da CBF, em entrevista coletiva da seleção brasileira feminina (Foto: Thais Magalhães/CBF)
O cenário político da CBF segue agitado após uma série de reviravoltas envolvendo a presidência de Ednaldo Rodrigues.
Em um momento de incertezas jurídicas, as recentes manifestações do procurador-geral da República, Paulo Gonet, e do advogado-geral da União, Jorge Messias, sinalizaram um possível fim para a disputa sobre a legitimidade da eleição que, em 2022, colocou Ednaldo Rodrigues no comando da entidade.
Dessa maneira, o caminho para a homologação do acordo que reconhece a eleição de Ednaldo se aproxima, após meses de incertezas e decisões judiciais que abalaram o cenário.
O acordo, formalizado pela CBF e cinco dirigentes, além da Federação Mineira de Futebol, visava pôr fim a um longo embate judicial que teve início com questionamentos sobre uma assembleia de 2017.
Em janeiro de 2024, o documento foi levado ao Supremo Tribunal Federal (STF), que agora discute a homologação.
“Diante das exposições fáticas das peças recentemente apresentadas aos autos (…), o Ministério Público Federal não vê razões para se opor à homologação do acordo”, declarou o procurador-geral Paulo Gonet, o que fortaleceu a posição favorável à continuidade de Ednaldo no poder.
Vale destacar que o Tribunal de Justiça do Rio de Janeiro (TJ-RJ) havia afastado Ednaldo em dezembro de 2023, alegando irregularidades no pleito de 2022. Por isso, a intervenção judicial e a nomeação de um interventor geraram um impasse, que foi rapidamente contestado por entidades internacionais como a FIFA e a Conmebol.
Sendo assim, a pressão externa foi crucial para que o Supremo derrubasse a decisão do TJ-RJ e restabelecesse a presidência de Ednaldo Rodrigues. Com isso, o cenário da CBF foi estabilizado, mas as movimentações jurídicas continuam a ter impacto na gestão.
Com a homologação do acordo, Ednaldo Rodrigues segue como presidente da CBF até 2026. No entanto, o atual mandatário já declarou que, após esse período, pode se candidatar à reeleição.
Além disso, o empresário Ronaldo, ex-jogador e ex-dono da SAF do Cruzeiro, se colocou como pré-candidato à presidência da entidade. Vale destacar que ele precisa do apoio de ao menos quatro federações e quatro clubes para viabilizar sua candidatura.
Dessa maneira, as eleições da CBF em 2026 prometem ser intensamente disputadas, e o cenário político dentro da entidade continuará sendo um ponto de atenção para o futebol brasileiro.
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