A Confederação Brasileira de Futebol (CBF) aguarda a definição dos clubes para colocar em pauta o debate sobre a implementação do fair play financeiro no futebol nacional. A Libra e a Liga Forte União (LFU) já demonstraram apoio à medida e defendem a criação de um regulamento que estabeleça regras claras para a gestão financeira das equipes.
Nos últimos anos, o tema foi discutido em algumas ocasiões, mas nunca houve um consenso entre os clubes para sua adoção. No entanto, a crescente preocupação com a sustentabilidade econômica do futebol brasileiro reacendeu a discussão, e 17 dos 20 clubes da Série A já demonstraram apoio à implementação do modelo.
A Libra considera a adoção do fair play financeiro essencial para o fortalecimento do futebol brasileiro, destacando que “estudos e benefícios amplamente comprovados indicam a necessidade urgente de implementação por parte da CBF”. A liga acredita que a regulamentação ajudará a criar um ambiente mais equilibrado e sustentável para os clubes.
Marcelo Paz, CEO do Fortaleza e presidente da LFU, compartilha da mesma visão e reforça que “clubes com gestão responsável e saúde financeira estável permitirão um cenário mais equilibrado e um crescimento sustentável para todo o ecossistema do futebol brasileiro”. Enquanto a CBF aguarda os clubes levarem o assunto ao Conselho Técnico da Série A, a expectativa é de que o debate ganhe força e avance para uma decisão concreta nos próximos meses.
O diretor técnico do Flamengo, José Boto, defendeu a implementação do fair play financeiro no Brasil, argumentando que a falta de um controle rigoroso prejudica os clubes que mantêm suas contas em dia. O dirigente comparou a situação do futebol brasileiro com a realidade europeia e criticou a ausência de punições para equipes que não honram seus compromissos financeiros.
“Temos alguns clubes que nos devem dinheiro e não pagam. Isso na Europa é impossível, pois fazíamos queixa na Uefa e havia transfer ban depois de três meses”, afirmou Boto. O dirigente ressaltou que a CBF deveria adotar medidas para evitar o que chamou de concorrência desleal, já que alguns clubes contratam reforços mesmo sem quitar dívidas anteriores.
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