John Textor, dono da SAF do Botafogo — Foto: Reprodução
O futebol europeu está passando por uma reformulação que promete impactar diretamente os clubes da Ligue 1, e uma das mudanças mais notáveis é a criação de uma nova regra chamada de “anti-Textor”.
Essa medida, que entra em vigor na próxima temporada, visa restringir uma prática que tem gerado controvérsias entre os clubes franceses: o empréstimo gratuito de jogadores entre equipes pertencentes à mesma rede de proprietários.
O nome da nova regra faz referência a John Textor, empresário que tem investido no futebol francês e que recentemente causou polêmica ao realizar um empréstimo gratuito de Thiago Almada, jogador do Botafogo, para o Lyon.
A medida gerou insatisfação em outros clubes da Ligue 1, que consideraram que essa prática poderia ser usada de maneira estratégica e prejudicial para a competitividade da liga. Isso porque, ao emprestar jogadores entre clubes da mesma rede, Textor poderia criar uma dinâmica que favorecesse suas próprias equipes em detrimento das outras.
Vale destacar que a Ligue 1, com essa mudança, busca promover um equilíbrio maior na competição, impedindo que grandes redes de clubes possam influenciar diretamente no campeonato, o que geraria uma sensação de injustiça para os demais times.
A decisão de implementar a regra “anti-Textor” vem em resposta ao crescente desconforto causado pelo empréstimo de Thiago Almada. Isso porque, além de ser uma jogada estratégica de transferência, o movimento foi visto como uma tentativa de consolidar um poder excessivo por parte de um único investidor.
Sendo assim, a Ligue 1 pretende garantir que todos os clubes, independentemente de suas conexões financeiras, tenham a mesma oportunidade de disputar o título de forma justa.
Com isso, a introdução dessa medida será um divisor de águas para a Ligue 1. Além de limitar as ações de Textor, a nova regra busca equilibrar as forças do campeonato e garantir um ambiente competitivo para todos.
Dessa maneira, clubes com menos recursos financeiros também terão a chance de crescer e lutar pelo título, sem a interferência de estratégias financeiras desleais.
Isso reflete a crescente preocupação de que as grandes redes de investidores possam dominar as ligas, e a Ligue 1 está tentando estabelecer um precedente para que isso não aconteça em seu campeonato.
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