Pedro Caixinha, técnico do Santos (Foto: Divulgação/Santos)
A derrota do Santos por 2 a 1 para o Vasco, no último domingo (30 de março), em São Januário, provocou reações contundentes dentro e fora do clube. A equipe até saiu na frente no placar, mas sofreu a virada na estreia do Campeonato Brasileiro, acumulando mais um resultado negativo em um início de temporada que já vinha sendo turbulento.
Anteriormente, o time havia sido eliminado na semifinal do Campeonato Paulista, o que aumentou a cobrança sobre o técnico Pedro Caixinha. Conforme relatos dos bastidores, o comandante passou a ser duramente questionado por membros da diretoria, incluindo o presidente do clube, que se posicionou contra algumas das alterações promovidas durante a partida. “As mudanças já estavam pré-determinadas”, afirmou Caixinha, justificando suas escolhas.
Enquanto isso, o clima interno também demonstrou sinais de tensão. Informações apontam que o goleiro João Paulo protagonizou uma discussão no vestiário após o apito final, evidenciando o desconforto do elenco com o desempenho apresentado. Esse episódio, aliás, reforça a pressão vivida pelo treinador, que agora terá pouco tempo para tentar reorganizar o time.
Com compromisso marcado contra o Bahia no próximo domingo (06 de abril), Caixinha sabe da necessidade de apresentar evolução imediata. “Entendo a pressão e sei que precisamos reagir diante do Bahia”, teria dito o treinador, segundo fontes próximas à comissão técnica. A partida, válida pela segunda rodada do Brasileirão, será mais uma oportunidade para buscar tranquilidade no cargo.
Contudo, o treinador terá de lidar novamente com um desfalque importante. Neymar, principal nome do elenco, segue fora por conta de uma lesão e não estará disponível para o próximo duelo. A ausência do camisa 10 é vista como significativa, principalmente no atual momento do clube, que exige atuações mais sólidas.
Apesar disso, Caixinha mantém a confiança em seu trabalho. A expectativa no CT Rei Pelé é de que, mesmo sob pressão, a equipe possa reagir e recuperar o rumo na competição nacional. O desafio, entretanto, será superar o ambiente conturbado e os desfalques, a fim de devolver competitividade ao Santos o quanto antes.
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