Jorge Jesus durante um jogo do Al-Hilal (Foto: Reprodução/Al-Hilal)
A pressão sobre Jorge Jesus aumentou consideravelmente após a derrota do Al-Hilal para o Al-Nassr por 3 a 1, em Riad, na última rodada do Campeonato Saudita. O resultado, que ocorreu diante da torcida no Estádio Kingdom Arena, provocou uma onda de protestos nas redes sociais, com torcedores do clube exigindo a saída imediata do treinador português – dos preteridos da CBF para o comando da Seleção Brasileira.
A revolta foi expressa por meio de uma hashtag que ganhou força entre os torcedores sauditas logo após o apito final da partida. Embora o Al-Hilal ainda mantenha uma campanha sólida na temporada, o tropeço em um clássico diante de um rival direto — comandado por Cristiano Ronaldo — acirrou os ânimos da torcida, que não perdoou a atuação da equipe.
Aliás, esse episódio ocorre em meio a um momento em que o nome de Jorge Jesus voltou a circular com força nos bastidores da Confederação Brasileira de Futebol. Conforme informações recentes, o treinador é um dos nomes observados por Ednaldo Rodrigues, presidente da CBF, para assumir a Seleção Brasileira na próxima convocação das Eliminatórias da Copa do Mundo de 2026.
O anúncio do novo comandante da Canarinho, segundo o calendário da entidade, deverá ocorrer até o dia 20 de maio. Afinal, a Seleção tem compromissos marcados contra Equador e Paraguai, nos dias 4 e 9 de junho, respectivamente. Dessa forma, a CBF trabalha de forma discreta, mas com pressa, para fechar com o nome considerado ideal para o cargo.
Em suas duas passagens pelo clube, ele comandou a equipe em 123 partidas, alcançando 98 vitórias, 16 empates e sofrendo apenas 9 derrotas. Além disso, a equipe manteve a defesa inviolada em 50 jogos sob seu comando. O aproveitamento na primeira passagem foi de 84,7%, enquanto na segunda foi de 83,8%
Contudo, a situação de Jorge Jesus é, no mínimo, delicada. Apesar dos números positivos no comando do Al-Hilal, a pressão externa pode influenciar diretamente em sua permanência no clube saudita. O português, que já teve passagem marcante pelo Flamengo, é visto como uma opção viável pela direção da CBF, mas está sob contrato com o Al-Hilal, o que demandaria negociações para sua liberação.
Jorge Jesus figura entre os técnicos mais bem remunerados do futebol mundial na atualidade. Portanto, um eventual acordo envolveria não apenas o desejo da CBF, mas também uma equação financeira compatível com os interesses de todas as partes envolvidas. Enquanto isso, o técnico lida simultaneamente com a expectativa brasileira e a cobrança intensa por parte dos torcedores do clube que comanda.
Em síntese, Jorge Jesus se vê no centro de duas grandes pressões: a exigente torcida do Al-Hilal e a cobiçada possibilidade de comandar a Seleção Brasileira. Resta saber como os próximos capítulos vão se desenrolar, principalmente diante da iminência de decisões importantes tanto no cenário saudita quanto no futebol brasileiro.
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