Roger Machado (Foto: Reprodução/Internacional)
Luiz Felipe Scolari, conhecido como Felipão, abordou recentemente a questão do profissionalismo no futebol, utilizando como exemplo a situação de Roger Machado no comando do Internacional. Felipão salientou o alto nível de dedicação que observa no trabalho do colega.
Embora Roger Machado possua um histórico identificado com o Grêmio, sua atuação no Internacional tem conquistado respeito, inclusive entre torcedores rivais. Esse reconhecimento advém de um trabalho focado no comprometimento integral com o clube colorado.
Nesse sentido, Felipão expressou que o passado gremista de Roger Machado não interfere em sua performance atual no Internacional. O técnico busca consolidar seu trabalho no Colorado, visando novas conquistas expressivas após o título estadual.
Felipão defendeu a posição de Roger de forma assertiva. “Eu defendo a situação do Roger no Internacional. Ele trabalha pelo Internacional, é pago pelo Internacional. Tem que vestir a camisa do Internacional”, declarou o experiente treinador em entrevista à revista Placar.
Ele complementou seu raciocínio, reforçando a natureza profissional da relação entre técnico e clube. “As pessoas não entendem isso. Ele é profissional”, acrescentou Scolari.
Com uma trajetória consolidada no futebol brasileiro, Felipão também compartilhou suas próprias experiências relativas à rivalidade. Assim, ele revelou que, ao longo da carreira, recebeu propostas de clubes considerados rivais históricos do Grêmio e do Palmeiras, equipes onde construiu grande parte de sua identidade vitoriosa.
Questionado se chegou a considerar aceitar tais convites, Felipão confirmou a ponderação. “Sim, tive (propostas dos rivais). Cogitei (aceitar). A gente é profissional”, afirmou. Ele enfatizou que a ética profissional sempre norteou suas escolhas, pois um treinador deve dedicar seu melhor esforço ao clube que o remunera. “Tem que se trabalhar pelo clube que se recebe. Ele (treinador) faz o melhor pelo clube”, concluiu.
Aos 76 anos, Luiz Felipe Scolari indicou que pretende continuar envolvido com o futebol. Ele se mostra criterioso na análise de propostas, mas assegura que o desejo por novas conquistas permanece vivo.
Essa paixão, segundo ele, é o motor que o impulsiona. “Se tu quiseres vencer na vida, tu tens que gostar daquilo que tu fazes. Vale para qualquer profissão e é assim no futebol”, explicou. Felipão busca transmitir essa mentalidade aos jogadores, incentivando a entrega máxima em cada competição.
Por fim, ele deixou seu futuro profissional em aberto, sinalizando que um retorno pode acontecer. “Tenho 76 anos, e não perdi esse brilho. Ainda não decidi parar totalmente com o futebol, e tem convites que podem me fazer querer voltar”, externou Scolari, sugerindo que novidades sobre sua carreira podem surgir em breve.
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