Hulk em ação pelo Atlético-MG (Foto: Pedro Souza/Atletico)
O atacante Hulk, do Atlético-MG, demonstrou grande insatisfação com a arbitragem durante o empate contra o Mirassol, pela sexta rodada do Campeonato Brasileiro, no interior paulista. O jogador, capitão da equipe, criticou duramente o árbitro Davi de Oliveira Lacerda durante entrevista no intervalo da partida, enfatizando a falta de critério nas decisões tomadas em campo.
Conforme Hulk relatou, ele recebeu um cartão amarelo após reclamar de uma marcação, mesmo sem direcionar palavras ofensivas ao árbitro. “Eu estava a dez metros dele e apenas falei palavras de frustração para o chão. Mesmo assim, ele me deu amarelo”, afirmou o camisa sete, visivelmente incomodado com a situação. O cartão recebido implica em sua suspensão automática para o próximo compromisso do Atlético-MG, contra o Juventude.
O atacante ainda destacou a desigualdade no tratamento dos atletas em campo. “Vi jogadores ofenderem o árbitro diretamente e nem sequer receberam advertência”, reclamou Hulk. Para ele, o problema vai além de um erro pontual: “Infelizmente, os protagonistas do futebol atualmente são os árbitros”, acrescentou, reforçando sua insatisfação com o comportamento de Davi de Oliveira Lacerda.
Aliás, Hulk revelou que o árbitro, posteriormente, pediu desculpas pelo cartão aplicado. Contudo, o atacante contestou a utilidade do pedido. “Professor, não adianta pedir desculpas. Se eu precisar parar um contra-ataque, estou pendurado e serei prejudicado”, declarou o jogador, ressaltando o impacto que a advertência poderia causar no andamento do jogo.
Enquanto a torcida do Mirassol provocava Hulk chamando-o de “chorão”, o jogador preferiu manter o foco em sua crítica à arbitragem. “É importante olhar o contexto geral antes de julgar a atitude do atleta”, disse, enfatizando que suas reclamações não eram infundadas, mas sim fundamentadas nas ações dentro de campo.
Em resumo, o desabafo de Hulk evidenciou o clima de tensão gerado pelas decisões do árbitro e levantou um debate recorrente sobre a necessidade de maior rigor e igualdade na aplicação das regras. Afinal, para o futebol evoluir, é essencial que a arbitragem atue de maneira justa e imparcial, conforme exigem os princípios do esporte.
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