Carlo Ancelotti como técnico da Seleção Brasileira de Futebol (Foto: CBF/Rafael Ribeiro)
Carlo Ancelotti desembarcou no Rio no último domingo (26), após encerrar sua passagem pelo Real Madrid, onde ainda possuía um ano de contrato. A rescisão, no entanto, foi acertada amigavelmente com o clube espanhol. Na segunda-feira (27), o treinador realizou sua primeira convocação, contemplando os jogos contra Equador e Paraguai, válidos pelas Eliminatórias da Copa do Mundo, programados para os dias 5 e 10 de junho.
O acordo firmado com a Confederação Brasileira de Futebol (CBF) estabelece um salário mensal de aproximadamente R$ 5 milhões, consolidando Ancelotti como o técnico de seleção mais bem pago do mundo. O valor corresponde ao dobro do que recebia o ex-comandante da equipe, Tite.
Adicionalmente, o contrato inclui um bônus de € 5 milhões (cerca de R$ 32 milhões, conforme a cotação atual) em caso de título mundial em 2026. Há também cláusulas de incentivo que preveem aumento de 20% no salário caso a equipe avance até as semifinais do torneio.
A CBF ofereceu uma estrutura diferenciada para garantir o conforto do treinador. Entre os privilégios estão o aluguel de uma mansão de alto padrão no Rio de Janeiro com todos os custos pagos, além do fretamento de um jatinho particular para viagens à Europa — região onde vivem familiares e amigos do técnico.
Ancelotti também conta com um carro blindado para locomoções nacionais e uma equipe de segurança dedicada, além de plano de saúde com cobertura internacional e seguro de vida mantido pela entidade.
Reconhecido como um dos treinadores mais bem-sucedidos da história do futebol, Ancelotti acumula títulos pelas cinco principais ligas da Europa.
Além das recentes conquistas com o Real Madrid — incluindo três Ligas dos Campeões (2014, 2022 e 2024), dois Mundiais de Clubes (2014 e 2022) e duas edições da La Liga (2022 e 2024) — o técnico já venceu a Serie A (2004), Premier League (2010), Ligue 1 (2013) e Bundesliga (2017), comandando Milan, Chelsea, PSG e Bayern de Munique, respectivamente.
O italiano substitui Dorival Júnior, desligado em março após 14 meses à frente da Seleção. A escolha pelo nome de Ancelotti, além de técnica, tem peso simbólico para a CBF, que visa recuperar prestígio internacional e retomar protagonismo no cenário esportivo global.
“Este contrato representa mais do que um investimento esportivo; é um passo estratégico para resgatar a imagem da nossa seleção”, declarou um dirigente da confederação em condição de anonimato.
Na primeira lista divulgada por Ancelotti, foram chamados nomes de peso e algumas surpresas. Entre os goleiros estão Alisson, Bento e Hugo Souza. A defesa conta com Danilo, Vanderson, Alex Sandro, Carlos Augusto, Wesley, Alexsandro, Beraldo, Léo Ortiz e Marquinhos.
Já no meio-campo, foram lembrados Andreas Pereira, Andrey Santos, Bruno Guimarães, Casemiro, Ederson e Gerson. O ataque será composto por Antony, Estêvão, Gabriel Martinelli, Matheus Cunha, Raphinha, Richarlison e Vinícius Júnior.
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