Arena MRV, estádio do Atlético-MG (Foto: Reprodução/Atlético)
O Atlético-MG atravessa uma fase ofensiva preocupante neste início de Campeonato Brasileiro. Após dez rodadas, a equipe comandada por Cuca anotou apenas dez gols, desempenho que iguala seu pior início na era dos pontos corridos, vigente desde 2003. A última vez que o clube iniciou a competição com marca tão baixa foi em 2017.
Esse cenário contrasta com o volume de ações ofensivas da equipe. Afinal, o time alvinegro é o que mais finaliza na competição, com 182 arremates ao gol, uma média de 18,2 por partida. Esse número é 43 tentativas superior ao segundo colocado neste quesito, o Internacional.
Contudo, o índice de conversão dessas finalizações tem sido alarmante. O Galo aparece apenas como o sétimo pior ataque, empatado com Vitória, Botafogo e Fortaleza.
A baixa produtividade ofensiva foi evidenciada, mais uma vez, no empate diante do Corinthians. Na ocasião, o atacante Rony desperdiçou uma oportunidade clara dentro da pequena área. “Chances claras, claríssimas que perdemos. Teve lance que era mais perto do que um pênalti”, comentou o técnico Cuca.
“Se você jogar o que jogamos com eficácia, você faz um, dois gols. É o suficiente para vencer”, completou o treinador, demonstrando insatisfação com o aproveitamento ofensivo.
Anteriormente, a equipe contava com Hulk, Scarpa e Paulinho como principais nomes no ataque. Atualmente, o setor é composto por Hulk, Rony e Cuello, alteração que, até o momento, não surtiu os efeitos desejados.
Comparando com o mesmo recorte de dez jogos nos últimos anos, a equipe teve desempenho superior em todas as temporadas desde 2018. Em 2024, por exemplo, foram 14 gols, enquanto em 2022 o número chegou a 16.
O momento atual desperta atenção não apenas pela falta de gols, mas também pelo impacto nos resultados. O Atlético já acumulou empates contra Mirassol e Vitória, partidas em que ficou evidente a dificuldade para transformar domínio em vantagem no placar.
Mesmo com a quantidade expressiva de finalizações, o time mineiro demonstra limitações no último terço do campo. A equipe técnica, por sua vez, intensifica os trabalhos a fim de melhorar o desempenho dos atacantes. O planejamento de reforços também está em curso, com Cuca e a diretoria alinhados para a abertura da janela de transferências do meio do ano.
Em meio à turbulência ofensiva, a comissão técnica busca soluções para a retomada da confiança do elenco. Enquanto isso, torcedores seguem cobrando resultados mais convincentes. A missão imediata é clara: transformar volume de jogo em eficácia e, consequentemente, em vitórias, para que o clube volte a figurar entre os primeiros colocados da tabela.
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