Centro de treinamento do Flamengo (Foto: Reprodução)
Durante participação recente em programa esportivo, o ex-atacante Deivid voltou a falar sobre os bastidores de sua passagem pelo Flamengo. O jogador, que vestiu a camisa rubro-negra entre 2010 e 2012, recordou não apenas o famoso gol perdido contra o Vasco, mas também os problemas financeiros e estruturais enfrentados pelo clube na época.
Ao comentar sobre a fase inicial de sua trajetória na Gávea, Deivid destacou o cenário de instabilidade administrativa. Segundo ele, a transição entre gestões resultava em dificuldades constantes para manter o equilíbrio financeiro. O ex-atacante relatou que conviveu com salários atrasados e uma rotina marcada por improvisos na preparação da equipe.
“Peguei o Flamengo em 2010, era uma bagunça. Saiu a Patrícia e entrou o Bandeira. É mérito dele e estou vendo em discussões que o fair play financeiro tem que ter vergonha na cara para organizar o seu clube. A cada três anos, tirando um e colocando outro, deixando um rombo”.
O ex-jogador também revelou a gravidade da situação enfrentada dentro do elenco durante aquele período. Deivid afirmou ter ficado dois anos sem receber salários, além de presenciar contratações sem respaldo financeiro suficiente para honrar compromissos básicos.
“Fiquei dois anos sem receber, contrata e depois eu pago. Era assim, não tínhamos condições para treinar, para ir a dois treinos”.
Apesar das dificuldades, Deivid foi um dos destaques do time. Tornou-se titular logo em sua chegada e ajudou a evitar qualquer risco de rebaixamento em 2010. No ano seguinte, conquistou o Campeonato Carioca, vencendo Taça Guanabara e Taça Rio. Na mesma temporada, foi artilheiro da equipe com 21 gols, ao lado de Thiago Neves e Ronaldinho Gaúcho.
O ex-atacante ressaltou ainda a mudança vivida pelo Flamengo na última década. Ele elogiou o processo de reestruturação financeira conduzido por dirigentes como Eduardo Bandeira de Mello e Rodolfo Landim, que transformaram o clube em referência nacional. Em suas palavras, o trabalho de organização interna permitiu que a equipe passasse de um período de dívidas acumuladas para um patamar de alto faturamento.
“Hoje, ver o Flamengo dessa maneira é legal. O pessoal fica dizendo que é covardia, então faz igual”.
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