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Cruzeiro ‘ajudou’ o Flamengo a liberar Gonzalo Plata na Libertadores

A Confederação Sul-Americana de Futebol (Conmebol) voltou atrás e anulou a expulsão de Gonzalo Plata, do Flamengo, ocorrida na vitória por 2 a 1 sobre o Estudiantes, na quinta-feira (18 de setembro), no Maracanã, pelas quartas de final da Libertadores.

A decisão veio após análise do lance e mobilização da diretoria rubro-negra, que utilizou como argumento um episódio semelhante envolvendo o Cruzeiro em 2018.

Caso do Cruzeiro

Para sustentar o pedido de reversão, a diretoria do Flamengo citou como precedente o caso do zagueiro Dedé, do Cruzeiro, expulso de forma controversa na edição de 2018, também pela Libertadores. Na ocasião, após um choque acidental com o goleiro Andrada, do Boca Juniors, o defensor cruzeirense foi expulso, mas posteriormente liberado para a partida de volta após decisão do Tribunal Disciplinar da Conmebol.

Lance de Plata e recorrência da Conmebol

O atacante equatoriano havia recebido o segundo cartão amarelo aos 36 minutos do segundo tempo, o que resultou em sua exclusão automática da partida de volta, marcada para quinta-feira (25 de setembro), às 21h30 (horário de Brasília), em La Plata.

No entanto, após revisão da jogada, a Conmebol concluiu que não houve infração suficiente para punição, autorizando assim a participação de Plata no próximo confronto. Aliás, a decisão da entidade foi oficialmente comunicada ao Flamengo nesta sexta-feira (19 de setembro), apenas algumas horas após a divulgação dos áudios do VAR.

Conforme indicado na análise técnica da partida, o árbitro de vídeo não interveio no momento da expulsão porque, pelas normas da competição, não pode atuar em lances de segundo cartão amarelo.

Surpreendentemente, o episódio envolvendo Plata não é o único na história recente do torneio. Em 2014, Leandro Romagnoli, do San Lorenzo, teve a expulsão anulada nas quartas de final contra o Cruzeiro. Em contrapartida, houve ocasiões em que os pedidos de anulação foram recusados, como o de Calleri, em 2016, pelo São Paulo, e o de Kannemann, em 2017, pelo Grêmio.

O árbitro da partida no Maracanã, Andrés Rojas, foi alvo de duras críticas por parte do Flamengo. O clube publicou nota oficial cobrando posicionamento da entidade, o que reforçou a pressão institucional em torno da revisão disciplinar.

“O Flamengo atuou de maneira rápida e técnica, com base em casos anteriores, para garantir a liberação do atleta. A decisão confirma a injustiça da punição”, declarou um dirigente envolvido no processo.

Redação

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