Mano Menezes, técnico do Fluminense. Foto: Marcelo Gonçalves/Fluminense
O Fluminense ainda não conseguiu sua primeira vitória com Mano Menezes sendo o treinador. Isso porque no último final de semana, o clube carioca visitou o Fortaleza, no Castelão, e saiu derrotado por 1 a 0.
O que tem preocupado os torcedores é que Mano Menezes ainda não utilizou Germán Cano como titular do seu elenco e no jogo contra o clube cearense, o argentino sequer entrou em campo. Vale relembrar que Cano foi o artilheiro da Libertadores e do Brasil no ano passado, sendo um dos melhores centro avantes em atividade.
Visando os próximo confrontos e pensando que realmente a situação da zona de rebaixamento tem ficado mais difícil para o tricolor carioca, os torcedores passaram a questionar se houve algum problema entre o treinador e o argentino, que impossibilitasse a escalação dele no elenco.
Segundo o GE, Mano Menezes lamentou o resultado, reclamou da falta de tempo para fazer treinamentos e acredita que a atuação da sua equipe foi “digna” diante de um adversário duro.
O treinador também explicou porque Germán Cano, apesar de estar relacionado, não entrou durante partida. Antes de a bola rolar, o Fluminense informou que ele sofreu uma pancada no pé direito, que o faria começar no banco de reservas.
— Ele não tinha condições de jogar. Trouxemos ele porque é um extraordinário profissional, mas não tinha condições de entrar. Por isso que ele não entrou e entrou o Kauã (Elias), que é outro menino. […] Existem características diferentes dos atacantes. Todos sabemos que o Cano é finalizador, essencialmente um finalizador, homem que faz gol com um toque, dois toques na bola. Esse tipo de jogador precisa muito da equipe, a equipe precisa levar a bola nessa condição para ele. Se fizer, ele vai voltar a fazer gol. Ele está dentro do contexto da equipe, declarou o técnico.
Mano ressaltou que, apesar da derrota, vê pontos positivos na partida do Fluminense e que vai ter uma base de como melhorar a equipe após uma pausa de 10 dias de jogos.
— A análise como modo geral é que o adversário tem muito mérito. Impõe ritmo, disputa e futebol contra qualquer adversário. Achei que o Fluminense teve um comportamento digno. É o primeiro passo para o momento em que estamos. Vir aqui e brigar pelo resultado. Nos outros fundamentos, estivemos muito parelhos. Mas quando chegamos no último terço (do campo), ficou a diferença (nos tempos de trabalhos). O Fortaleza tinha uma ideia clara do que fazer para acabar as jogadas. Chutou pouco no gol, foi 6 a 7, mais teve mais escanteios e volume, que somam para chegar num gol de bola parada. Sofremos com isso. Bola parada ofensiva, por exemplo, é uma coisa que já vimos no jogo passado. Erramos cobrança, erramos posicionamento. E para isso precisa treinar, disse.
— Não fizemos treinos suficientes para resolver esses problemas defensivos e ofensivos. Vamos conseguir fazer isso depois do jogo contra o Criciúma, onde vamos parar por 10 dias. Ficamos chateados porque o momento é onde tudo custa caro. Mas temos que saber o que vamos cobrar e como vamos nos cobrar. Mostrar o caminho para as soluções, concluiu o treinador do Fluminense.
Quinta-feira o Fluminense vai enfrentar o Criciúma pela 16ª rodada do Campeonato Brasileiro. A partida terá início às 20 horas no Heriberto Hülse, em Criciúma. Atualmente, o tricolor carioca ocupa a 20ª posição com apenas 7 pontos ganhos em 15 rodadas. Já o Criciúma está na 14ª posição com 14 pontos.
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