Troféu do Brasileirão (Foto: Lucas Figueiredo/ CBF)
De acordo com uma pesquisa recente, quase todos os clubes que disputaram a Série A do Campeonato Brasileiro 2024 podem ser serem severamente afetados por eventos climáticos extremos nos próximos 10 anos. Um estudo realizado pela consultoria ERM (Environmental Resources Management), encomendado pelo Terra FC, revela que 85% dos clubes da última edição do Brasileirão – 17 de 20 equipes – correm riscos, considerando as mudanças climáticas que afetam suas cidades-sede.
Os fenômenos extremos incluem enchentes, secas, ondas de calor e queimadas. Tais eventos respondem às significativas alterações no clima da Terra, causadas pricipalmente pela irresponsabilidade humana, que acelerou o aquecimento global.
O aumento das temperaturas tem gerado efeitos adversos sobre os padrões de temperatura, precipitação e ventos, colocando muitas regiões em situação de vulnerabilidade.
O estudo pretende busca alertar o setor esportivo sobre as implicações das mudanças climáticas no futebol, numa tentativa de acordo entre os clubes, a sociedade civil e grupos comunitários. A pesquisa, que leva em consideração as cidades dos clubes, dividiu os riscos em cinco categorias: muito baixo, baixo, médio, alto e sem dados – quando não é possível avaliar.
As categorias de risco levam em consideração a intensidade e a frequência dos eventos climáticos extremos. No nível alto, a frequência é de dois anos para queimadas, cinco para ondas de calor e menos de 10 anos para inundações.
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