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Pedrinho, presidente do Vasco, rebate críticas sobre venda de mando de campo

Pedrinho rebateu as críticas que recebeu pela venda dos mandos de campo dos jogos contra Palmeiras e Botafogo que acontecerão pelo Campeonato Brasileiro. O presidente do Vasco da Gama explicou que aceitou o negócio para que o clube tivesse fluxo de caixa, exaltou os valores conseguidos e disse que não é “mau caráter” por contradizer uma antiga declaração própria.

O Vasco da Gama vai mandar os jogos da 7ª e da 13ª rodada do Brasileirão em Brasília. O Cruz-Maltino vendeu os mandos de campo e receberá o Palmeiras e o Botafogo no estádio Mané Garrincha, como uma maneira de gerar receita. O acordo da diretoria cruz-maltina pode chegar a 5 milhões de reais, caso as partidas tenham mais de 50 mil torcedores presentes.

No entanto, a notícia de que o presidente Pedrinho tinha vendido os jogos para longe de São Januário repercutiu mal entre os vascaínos. Nesta temporada, ele mesmo já tinha reclamado que o confronto contra o Fluminense havia sido vendido pela 777 Partners para a capital federal e ressaltou, na época, que pretendia sempre jogar em casa.

Em entrevista ao Colina em Foco, do jornalista Joel Silva, o dirigente vascaíno pontuou que havia a necessidade de negociar mandos de campo.

“Eu respeito quando chega um comunicado do executivo que a gente precisa fazer venda de jogos (mando) para justamente criar fluxo de caixa para fazer o pagamento mais para frente das dívidas. Eu tenho que ser responsável financeiramente com o clube. ‘Por que vendeu o jogo com o Palmeiras e o jogo com o Botafogo?’ Porque são jogos que são exigidos pelo comprador. São jogos grandes. É lógico que eu quero jogar em São Januário, mas eu respeitei a governança”, iniciou.

Pedrinho ainda defendeu que houve uma valorização da quantia recebida em comparação com os jogos negociados anteriormente pelas antigas gestões.

“Sendo que houve uma valorização mais do que o dobro, porque os jogos do Vasco foram vendidos por R$ 1 milhão, mas nós estamos vendendo por R$ 2 milhões com a possibilidade de chegar a R$ 2,5 milhões se passar de 50 mil pessoas no estádio. Dois jogos que estamos falando de R$ 5 milhões. ‘Ah, R$ 5 milhões não dá para nada’, quem disse?”, continuou.

Por fim, o presidente se defendeu por ter se contradito. Ele falou que não é “mau caráter” pela mudança de posicionamento e afirmou que busca uma aproximação dos torcedores de fora do Rio de Janeiro.

“’Você falou uma coisa e fez outra’, falei. Falei que quero jogar em São Januário mas estou vendendo os jogos. Não sou mau caráter por causa disso. Eu estou entendendo a situação do clube. E outra coisa, a gente bate tanto no peito para falar que tem 15, 20 milhões de torcedores, e quando a gente leva para um jogo OFF-Rio eu tomo pancada? Mas e o torcedor que é de fora do Rio?”, finalizou.

Marco Menezes

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