“Não quer dizer que está tudo errado”, falou o treinador sobre atuação abaixa da equipe
No último sábado (1), o Vasco ficou no empate por 2 a 2 com o Volta Redonda, em partida disputada no Estádio Kléber Andrade, em Cariacica. O cruz-maltino teve um desempenho abaixo, mas em entrevista Fábio Carille disse que o time irá melhorar.
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“Nós vamos melhorar, é um time qualificado, fizemos três jogos para o início, os três últimos jogos com três vitórias, que acho que para o início foi acima do esperado, para uma evolução de parte física, de parte técnica e de entendimento da ideia de jogo. Hoje, ficamos abaixo. Nas três vitórias, não quer dizer que estava tudo certo, a gente sabia que nós temos que melhorar bastante. E o resultado de hoje não quer dizer que está tudo errado. A gente tem um caminho. É potencializar essa ideia, passar confiança para os jogadores para que a gente continue a nossa caminhada”, iniciou.
O treinador ainda disse que ao longo da próxima semana irá avaliar com os departamentos as melhores maneiras de corrigir os erros identificados. O treinador elogiou a organização do adversário, mas destacou dificuldade do Vasco para acompanhar o ritmo de jogo.
“A bola parada sempre foi muito decisiva em todos os lugares. A gente tem que trazer isso ao nosso favor, tanto defensiva quanto ofensivamente. O torcedor fez uma festa linda. Apoiou e vaiou quando teve que vaiar. Pegamos um time bem organizado. Percebi o Vasco precisando fazer um pouco mais de força para fazer as jogadas, para acompanhar”, disse.
“É sentar com todos os departamentos no começo da semana, saber se a gente errou na carga de trabalho porque esses jogadores não atuaram na quarta-feira. Mas é o início de trabalho. Time lutou mesmo na dificuldade e quase marca o terceiro gol para parabenizar essa torcida, que vem nos apoiando”, acrescentou.
Com o empate, a equipe do Vasco acabou sendo vaiada pela torcida. Na entrevista, Fábio Carille disse que respeita essa ação da torcida e disse que não tendo nenhum tipo de violência, qualquer manifestação é válida.
“A respeito das vaias, eu não posso te dizer, eu me fecho muito no jogo. Eu concentro ali e converso muito com as pessoas que estão ali no trabalho do jogo comigo. Não sei o que te dizer, mas desde que partir do momento que não tenha violência, tudo é válido”, finalizou Fábio Carille.

















